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quinta-feira, setembro 06, 2012

Como investir no Tesouro Direto

Como investir no Tesouro Direto

Segue uma apresentação didática:

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terça-feira, maio 08, 2012

Vai investir no Tesouro Direto? Esclareça suas dúvidas antes

Vai investir no Tesouro Direto? Esclareça suas dúvidas antes

07 de maio de 2012 • 19h10 Por: Diego Lazzaris Borges do Infomoney
 
SÃO PAULO – O investimento em títulos públicos, por meio do programa Tesouro Direto, cresceu de forma importante nos últimos anos. De acordo com dados do próprio Tesouro Nacional, de dezembro de 2005 até março deste ano, o número de investidores já aumentou quase seis vezes, de 49,5 mil para 292,2 mil - o programa existe desde 2002.

Ao mesmo tempo, muitos investidores ainda têm dúvidas em relação a este tipo de aplicação. A Gerente adjunta de relacionamento institucional do Tesouro Nacional, Flávia Barbosa, explica que o Tesouro não possui dados tabulados sobre as principais perguntas que chegam na caixa do “Fale Conosco”, mas que as questões operacionais ainda são maioria. “Recebemos muitas dúvidas em relação a aspectos operacionais do programa. Questões como senhas, cadastro, como fazer a compra do título”, afirma.

Perguntas gerais, sobre o que é o programa Tesouro Direto, também costumam aparecer com certa frequência. “As pessoas ouvem falar, leem alguma matéria a respeito ou então assistem alguma reportagem e acabam pedindo mais informações”, ressalta Fávia.

Além disso, os cálculos da rentabilidade e a oscilação diária dos títulos ainda provocam muitas dúvidas entre os aplicadores. “A marcação a mercado aparece sempre entre as perguntas”, afirma Flávia (veja a explicação para isto abaixo).

Para solucionar os principais questionamentos dos investidores, o programa conta com uma seção com respostas para as perguntas mais freqüentes. Confira abaixo algumas perguntas e respostas do Tesouro para os investidores*:

Quem pode comprar títulos no Tesouro Direto?De acordo com o Tesouro Nacional, podem comprar os títulos todos os residentes no Brasil que CPF (Cadastro de Pessoa Física) e sejam cadastrados em alguma das Instituições Financeiras habilitadas a operar no Tesouro Direto.

Como comprar títulos no Tesouro Direto?
Para comprar os títulos o investidor deve se cadastrar por meio de um agente de custódia - que pode ser uma Corretora de Valores, Banco Comercial, Múltiplo ou de Investimento e Distribuidora de Valores.
Após o cadastro, o investidor recebe uma senha, via correio eletrônico, que permite o acesso à área exclusiva do Tesouro Direto e já pode comprar os títulos. Além disso, alguns Agentes de Custódia também possibilitam a aquisição de títulos diretamente em seus sites, mediante integração com o site do Tesouro Direto.

É importante lembrar que é possível comprar, no mínimo 0,2 título (aproximadamente R$ 100,00) e no máximo R$ 400.000,00 por mês. Basta escolher, dentre os títulos que estiverem disponíveis para compra, aquele que mais lhe interessa.

Como posso alterar a minha senha e o meu endereço de correio eletrônico?A senha e o seu endereço de correio eletrônico podem ser alterados na área exclusiva do Tesouro Direto. Basta clicar em “Dados Cadastrais”, informar a senha atual e a nova senha. “Para confirmar a alteração, digite outra vez a nova senha e clique em ‘Alterar’”, explica o site.

Há cobranças de taxas?O Tesouro explica que são cobradas 3 taxas dos investidores. No momento da compra do título, é cobrada uma taxa de negociação de 0,10% sobre o valor da operação. Há também uma taxa de custódia da BM&FBovespa de 0,30% ao ano sobre o valor dos títulos, referente aos serviços de guarda dos títulos e às informações e movimentações dos saldos, que é cobrada semestralmente.

Os agentes de custódia também cobram taxas, que podem ser visualizadas no site do Tesouro Direto. “O investidor deve confirmá-las no momento da contratação”, ressalta o Tesouro.

Assim, no momento da operação de compra o investidor pagará o valor da transação, mais 0,10% sobre o valor da transação (taxa de negociação BM&FBovespa) mais a taxa do agente de custódia referente ao primeiro ano de custódia. Caso o título tenha vencimento inferior a um ano, a taxa do agente de custódia será proporcional ao prazo do título.

Por que há variações nos valores em meu saldo?Em relação à oscilação diária no valor dos títulos, o Tesouro lembra que eles são marcados a mercado. “Os seus preços para efeito de registro (extrato) e de revenda refletem sempre os preços pelos quais títulos idênticos estão sendo efetivamente negociados em mercado num determinado momento.

É importante lembrar que o preço dos títulos é determinado matematicamente em função da taxa de juros e da quantidade de dias úteis até seu vencimento. “Ocorre que as taxas de juros dos títulos variam no mercado ao longo do tempo. Em um mesmo dia, em dois momentos diferentes, um título pode ser negociado a taxas diferentes e, por conseguinte, a preços diferentes. Dessa forma, os preços dos títulos estão sempre mudando, seja pela ação do tempo ou das mudanças nas taxas de juros”, explica o Tesouro Nacional.

No entanto, a rentabilidade negociada no momento da compra é garantida pelo Tesouro, desde que o investidor mantenha o título em carteira até seu vencimento. “A posição constante do extrato reflete os preços vigentes em mercado, sendo referência para os investidores que desejam revender os papéis ao Tesouro Nacional antes do vencimento”, conclui o texto do site.

O site do Tesouro Direto ressalta ainda que o investidor pode consultar, 24 horas por dia, 7 dias por semana, o seu saldo e extrato de títulos atualizados. É só entrar na área exclusiva do Tesouro Direto, e clicar na opção "Consultas" - "Saldo" ou "Consultas" - "Extrato". Além disso, no último dia do mês, a CBLC lhe enviará, por meio de correio eletrônico, um extrato contendo o seu saldo de títulos e as movimentações realizadas durante o mês.

 * Perguntas e respostas retiradas do site do Tesouro Direto, no link: http://www.tesouro.fazenda.gov.br/tesouro_direto/faq.asp

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terça-feira, abril 10, 2012

Como escolher uma corretora para investir no Tesouro Direto

Como escolher uma corretora para investir no Tesouro Direto


Vale a pena realizar uma pesquisa no website do Tesouro Direto antes de optar por uma corretora.

No link abaixo é possível relacionar dentre as corretoras a taxa cobrada, o prazo do repasse e se o agente está integrado


Consultar Agentes de Custódia



Instituição FinanceiraÉ Agente Integrado?[1]Taxa de AdministraçãoPrazo de Repasse dos Recursos (dias úteis)[2]
Taxa
Descrição
Taxas em (%)

 BANCO DAYCOVAL

 Não

 0,00%

 Entre 0 e 0,25 ao ano

 D + 0

 BANIF CVC S.A.

 Sim

 0,00%

 Não cobra taxa

 D + 0

 CONVENÇÃO S.A. CVC

 Não

 0,00%

 Não cobra taxa

 D + 1

 SOCOPA SC PAULISTA S.A.

 Sim

 0,00%

 Não cobra taxa

 D + 0

 SPINELLI S.A. CVMC

 Sim

 0,00%

 Não cobra taxa

 D + 0

 TÍTULO CORRETORA DE VALORES SA

 Não

 0,00%

 Não cobra taxa

 D + 0

 BRASCAN S.A. CTV

 Não

 0,05%

 Entre 0,05 e 0,10 ao ano

 D + 0

 LINK S.A. CCTVM

 Não

 0,06%

 Entre 0,06 e 0,20 ao ano

 D + 0

 SLW CVC LTDA.

 Sim

 0,19%

 Cobrança ao ano

 D + 0

 ALFA CCVM S.A.

 Não

 0,20%

 Cobrança ao ano

 D + 0

 ATIVA S.A. CTCV

 Sim

 0,20%

 Cobrança ao ano

 D + 0

 CM CAPITAL MARKETS CCTVM LTDA.

 Sim

 0,20%

 Cobrança ao ano

 D + 0

 GRADUAL CCTVM S/A

 Sim

 0,20%

 O valor cobrado pela Gradual é de 0,20% ao ano.

 D + 0

 H.COMMCOR DTVM Ltda.

 Não

 0,20%

 Cobrança ao ano

 D + 0

 ICAP DO BRASIL CTVM LTDA

 Não

 0,20%

 Cobrança ao ano

 D + 0

 INTERFLOAT HZ CCTVM LTDA.

 Não

 0,20%

 Entre 0,20 e 0,50 ao ano

 D + 0

 MIRAE ASSET SECURITIES BRASIL

 Não

 0,20%

 Ao ano

 D + 0

 OCTO CTVM S/A

 Sim

 0,20%

 Cobrança ao ano

 D + 0

 PLANNER CV S.A

 Sim

 0,20%

 Cobrança ao ano

 D + 0

 RENASCENÇA DTVM LTDA

 Sim

 0,20%

 Cobrança ao ano

 D + 0

 AGORA CTVM S.A.

 Sim

 0,23%

 Cobrança ao ano

 D + 0

 PROSPER S.A. CVC

 Sim

 0,23%

 Cobrança ao ano

 D + 0

 BANRISUL S.A. CVMC

 Não

 0,25%

 Cobrança ao ano.

 D + 0

 CITIGROUP GMB CCTVM S.A.

 Não

 0,25%

 Entre 0,25 e 0,50 ao ano

 D + 0

 CORRETORA SOUZA BARROS CT S.A.

 Não

 0,25%

 Cobrança ao ano

 D + 0

 CORVAL CVM S.A.

 Não

 0,25%

 Cobrança ao ano

 D + 0

 CRUZEIRO DO SUL S.A. CVM

 Sim

 0,25%

 Cobrança ao ano

 D + 0

 DIFERENCIAL CTVM S.A.

 Não

 0,25%

 Cobrança ao ano

 D + 1

 FATOR S.A. CV

 Sim

 0,25%

 Cobrança ao ano

 D + 0

 FLOW CCTVM

 Não

 0,25%

 Cobrança ao ano

 D + 0

 INDUSVAL S.A. CTVM

 Não

 0,25%

 Cobrança ao ano

 D + 0

 MAGLIANO S.A. CCVM

 Não

 0,25%

 Cobrança ao ano

 D + 0

 MAXIMA S/A CTVM

 Não

 0,25%

 Cobrança ao ano

 D + 0

 NOVINVEST CVM LTDA.

 Não

 0,25%

 Cobrança ao ano

 D + 0

 PAX CVC S/A

 Não

 0,25%

 Cobrança ao ano

 D + 0

 PRIME S.A. CCV

 Não

 0,25%

 Cobrança ao ano

 D + 0

 SITA SCCVM S.A.

 Não

 0,25%

 Cobrança ao ano

 D + 0

 TALARICO CCTM LTDA.

 Não

 0,25%

 Cobrança ao ano

 D + 0

 TOV CCTVM LTDA.

 Não

 0,25%

 Cobrança ao ano

 D + 0

 WALPIRES S.A. CCTVM

 Não

 0,25%

 Cobrança por operação

 D + 0

 XP INVESTIMENTOS CCTVM S.A.

 Não

 0,25%

 Cobrança ao ano

 D + 0

 ELITE CCVM LTDA.

 Sim

 0,30%

 Cobrança ao ano

 D + 0

 GERAÇÃO FUTURO CV S.A.

 Não

 0,30%

 Cobrança ao ano

 D + 3

 H.H. PICCHIONI S.A. CCVM

 Não

 0,30%

 Cobrança ao ano

 D + 0

 HSBC CTVM S.A.

 Sim

 0,30%

 Cobrança ao ano

 D + 0

 INTERBOLSA DO BRASIL CCTVM

 Não

 0,30%

 Entre 0,30 e 0,50 ao ano

 D + 0

 J. SAFRA CVC LTDA.

 Não

 0,30%

 Cobrança ao ano

 D + 0

 MUNDINVEST S.A. CCVM

 Não

 0,30%

 Entre 0,30 e 0,50 ao ano

 D + 2

 NOVA FUTURA DTVM LTDA

 Não

 0,30%

 Cobrança ao ano

 D + 0

 PETRA PERSONAL TRADER CTVM S.A

 Não

 0,30%

 Entre 0,30 e 0,50 ao ano

 D + 0

 SCHAHIN CCVM S.A.

 Não

 0,30%

 Cobrança ao ano

 D + 0

 UNILETRA CCTVM S.A.

 Não

 0,30%

 Cobrança ao ano

 D + 2

 VOTORANTIM CTVM LTDA

 Não

 0,30%

 Cobrança ao ano

 D + 0

 BES SECURITIES DO BRASIL CCVM

 Não

 0,35%

 Cobrança ao ano

 D + 0

 COINVALORES CCVM LTDA.

 Sim

 0,35%

 Cobrança ao ano

 D + 0

 ESC. LEROSA S.A. CV

 Não

 0,35%

 Cobrança ao ano

 D + 0

 GERALDO CORREA CVM S.A.

 Não

 0,35%

 Cobrança ao ano

 D + 0

 UNIBANCO INVESTSHOP CVMC S.A.

 Sim

 0,35%

 Entre 0,35 e 0,50 ao ano

 D + 0

 ALPES CCTVM S.A.

 Sim

 0,40%

 Cobrança ao ano

 D + 1

 AMARIL FRANKLIN CTV LTDA.

 Não

 0,40%

 Cobrança ao ano

 D + 0

 CAIXA ECON. FEDERAL

 Não

 0,40%

 Cobrança ao ano

 D + 1

 NSG POSITIVA DTVM

 Não

 0,40%

 Cobrança ao ano

 D + 0

 SANTANDER CCVM S/A

 Não

 0,40%

 Cobrança ao ano

 D + 0

 SENSO CCVM S.A.

 Não

 0,40%

 Cobrança por operação

 D + 0

 SOLIDEZ CCTVM LTDA.

 Não

 0,40%

 Cobrança no ato da compra

 D + 0

 UM INVESTIMENTOS S.A. CTVM

 Sim

 0,40%

 Cobrança ao ano

 D + 1

 BB BANCO DE INVESTIMENTO S/A

 Sim

 0,50%

 Cobrança ao ano

 D + 0

 BRADESCO S.A. CTVM

 Sim

 0,50%

 Cobrança ao ano

 D + 1

 CODEPE CV S.A.

 Não

 0,50%

 Cobrança ao ano

 D + 0

 CORRETORA GERAL DE VC LTDA.

 Não

 0,50%

 Cobrança ao ano

 D + 0

 ESCRITORIO RUY LAGE SCT LTDA.

 Não

 0,50%

 Entre 0,5 e 1 ao ano

 D + 1

 ITAÚ CV S/A

 Sim

 0,50%

 Clientes Personnalité

 D + 0

 OLIVEIRA FRANCO SCVC LTDA.

 Não

 0,50%

 Cobrança ao ano

 D + 1

 SOLIDUS S.A. CCVM

 Não

 0,50%

 Cobrança ao ano

 D + 1

 ITAÚ CV S/A

 Sim

 1,00%

 Clientes Itaú

 D + 0
[1] Um Agente de Custódia Integrado é aquele que oferece uma facilidade, na qual o investidor pode efetuar compras (e vendas) de títulos do Tesouro Direto diretamente em seu site. Para maiores informações clique aqui.
[2] Leva em consideração o dia em que os recursos são depositados na conta da Instituição Financeira (Agente de Custódia). Os recursos financeiros referentes ao pagamento de cupom de juros e ao resgate do título, por ocasião de seu vencimento, estarão disponíveis na sua Instituição Financeira, a partir de 13h00 do mesmo dia de seu pagamento. Já os recursos resultantes de venda antecipada de títulos estarão disponíveis na Instituição Financeira, a partir de 13h00 do dia seguinte ao da venda.
Atualizado em: 10/04/2012 09:09:34

E por incrível que pareça ainda temos bancos que cobram altas taxas bem classificados em 1º, 3º e 5º lugar conforme ranking abaixo em volume financeiro.

Tal fato deve se explicar pelo quantidade e pela preguiça dos correntistas desses bancos.

Eu por exemplo gosto de operar pela Banif. 

RANKING DOS AGENTES DE CUSTÓDIA DO TESOURO DIRETO FEVEREIRO DE 2012

Fonte: Tesouro Direto

1º Banco do Brasil
2º Banif
3º Itaú
4º Socopa
5º Bradesco
6º Ágora
7º Caixa Econômica Federal
8º HSBC
9º Spinelli
10º Santander

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segunda-feira, março 19, 2012

Debêntures: conheça melhor esta alternativa de investimento

Debêntures: conheça melhor esta alternativa de investimento

Por: Equipe InfoMoney

SÃO PAULO - As debêntures aparecem como a principal forma de captação de recursos por parte das empresas. Dada sua versatilidade, elas se ajustam às necessidades de financiamento das companhias, combinando custos competitivos com prazos longos.

Boa parte destes títulos foi parar nas mãos de investidores institucionais, como administradores de recursos e fundos de pensão. No entanto, existem estudos avançados para popularizar esta aplicação. Assim, vale a pena saber um pouco mais sobre estes títulos, que prometem estar cada vez mais presentes nas carteiras dos pequenos investidores.

O que são debêntures?


  As debêntures são títulos de dívida de médio e longo prazo emitidos por empresas, que conferem ao detentor do título, o debenturista, um direito de crédito contra a emissora. Assim, ao comprar uma debênture, você passa a ser credor da empresa.

  As debêntures podem ser conversíveis em ações, simples ou permutáveis. As primeiras podem ser convertidas em ações de emissão da empresa, nas condições estabelecidas pela escritura de emissão. As segundas são aquelas que são resgatáveis exclusivamente em moeda local.

Já as terceiras podem ser transformadas em ações de emissão de outra companhia que não a emissora de papéis, ou ainda, menos freqüente, em outros tipos de bens, tais como títulos de crédito.

Quais são as garantias?


Uma pergunta importante que as pessoas que investem devem fazer diz respeito ao risco. Vale detalhar aqui as garantias que podem ser dadas à emissão. Com respeito a isso, existem basicamente quatro tipos de debêntures: com garantia real, com garantia flutuante, quirográfica e subordinada.

Debêntures com garantia real são garantidas por bens dados em hipoteca, penhor ou anticrese, pela companhia emissora, por empresas de seu conglomerado ou por terceiros. Já as debêntures com garantia flutuante são aquelas com privilégio geral sobre o ativo da empresa, o que não impede, entretanto, a negociação dos bens que compõem esse ativo. Elas possuem, porém, preferência de pagamento sobre outros créditos.

As quirográficas são aquelas sem as vantagens dos dois tipos citados acima. Por fim, as subordinadas são debêntures sem garantia, que preferem apenas aos acionistas no ativo remanescente, em caso de liquidação da companhia.

Como é feita a remuneração?


As formas de remuneração podem variar muito de debênture para debênture. Elas podem ser representadas por juros fixos ou variáveis, participação e/ou prêmios.

Em suma, a remuneração dependerá do contrato pactuado na escritura de emissão da debênture. Essa heterogeneidade na remuneração é apontada por alguns especialistas como um dos fatores que limita a expansão desse mercado.

Atualmente, a maioria das debêntures emitidas para colocação junto a investidores em mercado de capitais é efetuada utilizando como indexador o IPCA ou a variação do CDI (Certificado de Depósito Interfinanceiro).

Debêntures ou ações?


Você pode se perguntar também se vale mais a pena comprar a ação de uma empresa ao invés de debêntures emitidas por ela. A principal diferença entre os dois investimentos é que quem adquire uma debênture vira credor da empresa. Já quem compra ações dela vira acionista, ou seja, sócio da empresa, com direito à participação nos lucros, mas também sujeito às oscilações diárias do valor do papel no mercado.

O que isso implica? Em termos de garantia para o investidor, a debênture é mais segura do que a ação, pois o debenturista recebe antes dos acionistas no caso de falência da empresa, por ser classificado como credor.

Como vantagens, o ganho do investidor é mais certo no caso da debênture, pois o principal risco de não receber o que investiu é se a empresa não honrara seus compromissos. Mas a existência de garantias e de um agente fiduciário, que tem como obrigação emitir relatórios periódicos sobre a empresa, reduz esse risco.

Como desvantagem na comparação com as ações, um ponto é que seu mercado secundário ainda é bem menos desenvolvido. Ou seja, as debêntures apresentam maior dificuldade para serem vendidas e compradas.

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sábado, novembro 19, 2011

Operando mini-contratos do índice Bovespa futuro

Operando mini-contratos do índice Bovespa futuro

O mini-contrato de índice futuro é um instrumento financeiro versátil e muito atrativo. Você pode comprar ou vender uma carteira diversificada de ações, representada pelo Índice Bovespa, o principal indicador do mercado financeiro no Brasil.

Como funciona?

Um contrato futuro representa um acordo entre vendedor e comprador para entregar e receber certa quantidade de um ativo por determinado preço para liquidação em uma data futura.

No caso do futuro de índice, o ativo é uma cesta de ações representada pelo Ibovespa, que é o índice de ações da Bolsa de Valores.

Os contratos futuros são padronizados, o que permite a reversão da posição a qualquer momento, por meio de operação inversa. Na prática isso significa que se o investidor compra o contrato futuro de índice, ele espera ganhar com a elevação dos preços futuros daquele contrato. Se sua posição é de venda, a expectativa é de ganhar com a queda dos preços futuros do contrato.

Tamanho dos contratos

Os contratos de índice são referenciados em pontos. Dessa forma, quando ouvimos dizer que a cotação do Índice Bovespa está em 32 mil pontos, isso significa que teoricamente para comprar os ativos que fazem parte do índice precisaríamos de R$32.000,00. Neste caso, cada ponto equivale a R$1,00.

O mini-contrato do Ibovespa equivale a 20% do valor do contrato grande (exemplo mencionado acima). Dessa forma, a conta para chegar ao valor do mini-contrato, considerando o exemplo do Índice aos 32 mil pontos, é a seguinte:

Mini-Ibovespa: 32.000 x R$0,20 = R$6.400,00.

E como funcionam as negociações com estes contratos?

Suponha que você tenha comprado 02 contratos de mini-ibovespa por 32.000 pontos e alguns minutos depois tenha vendido os 02 contratos por 32.500 pontos.

A conta da operação é a seguinte:

32.500 - 32.000 = 500 pontos
500 pontos x R$0,20 = R$100,00
R$100,00 x 02 contratos = R$200,00

Vale lembrar que com o mini-contrato você pode ficar “vendido” no mercado.

Vamos ao exemplo:

Suponha que você tenha vendido 02 contratos de mini-ibovespa por 33.000 pontos e alguns minutos depois tenha recomprado os 02 contratos por 32.700.

A conta da operação é a seguinte:

33.000 - 32.700 = 300 pontos
300 pontos x R$0,20 = R$60,00
R$60,00 x 02 contratos = R$120,00

Nos exemplos acima, as operações realizadas foram daytrade; ou seja, abertas e fechadas no mesmo dia durante o pregão.

Não é necessário encerrar suas posições no mesmo dia, isso depende da estratégia de cada investidor. Se o investidor ficar posicionado de um dia para o outro, sua posição será ajustada.

Ajuste diário de posições

Se o investidor optar em ficar posicionado, ou seja, não desfazer a operação que realizou durante o pregão, no dia seguinte será ajustado pelo preço de ajuste da bolsa. Vamos a um exemplo:

Você comprou 02 contratos de mini-ibovespa por 32.500 pontos e não desfez sua posição ao fim do dia.

Naquele dia o preço de ajuste do pregão para o mini-ibovespa foi 32.700 pontos.

Isso significa que no dia seguinte, com base nas contas mencionadas acima, sua posição será ajustada, ou seja, você receberá um crédito em sua conta de R$80,00, referente aos 200 pontos que você lucrou na operação, e a sua posição passa a ser de comprado em 02 contratos a 32.700 pontos.

Lembre-se que os ajustes podem ser positivos ou negativos. Essa relação depende do valor da sua posição versus o valor do ajuste de mercado.
Este valor estará disponível para você em sua conta corrente na corretora.

Caso o resultado seja negativo, você terá que enviar para sua conta na corretora, o respectivo valor referente à liquidação.

Liquidação das operações

Veja como funciona o fluxo de liquidação dessas operações:

D+0 - dia da operação - chamada de margem dos contratos negociados conforme tabela de margem;

D+1 - próximo dia útil após o dia da operação - liquidação financeira dos ajustes dos contratos negociados, operação conforme fechamento do ativo no pregão de D+0.

Os contratos futuros são liquidados sempre em D + 1, ou seja, o próximo dia útil após o dia da operação, por ajustes que podem ser positivos ou negativos, dependendo da posição do cliente.

Estes contratos são negociados todos os dias até a data de seu vencimento, que é definida pelo calendário da BM&F.*( vcto. Meses pares e toda quarta mais próxima ao dia 15)

Margens de garantia por contrato

Para operar neste mercado é necessário deixar recursos como garantia. Atualmente, a margem exigida pela BM&F no mini-índice é de R$ 1.800,00 por contrato (a bolsa altera o valor da margem exigida regularmente em função da volatilidade do mercado).

A negociação na BM&F emprega o conceito de pré-margem, em que todas as operações dos participantes, desde o momento da inclusão da oferta, já têm seu risco adequadamente coberto por garantias previamente depositadas. Esta margem visa garantir as operações realizadas e fazer face às variações contrárias à sua posição.

São aceitos como garantia Títulos Públicos, Cotas do fundo FIF Banco do Brasil BM&F, ações ( com deságio ) e dinheiro.

Estratégia de proteção

Os investidores pessoa física sofrem quando o mercado reverte uma tendência de alta e inicia uma correção. A carteira perde a rentabilidade e muitas vezes os investidores optam por vender suas posições, deixando parte do lucro no mercado ou, até mesmo, assumindo prejuízos.

Com o mini-contrato de Ibovespa o investidor pode proteger sua carteira e, reduzir as perdas com as correções do mercado.

Como fazer isso?

Para se fazer um hedge ou proteção da carteira, o investidor deverá montar uma posição financeira em mini contratos do ibovespa, equivalente a sua posição acionária no mercado a vista.

Uma forma de cálculo é pegar o valor financeiro da posição acionária e dividir pelo valor do índice multiplicado por R$0,20.

Número de minis = Capital em R$ (valor carteira) / Índice bovespa * R$0,20 O investidor com posição comprada no mercado a vista, ao acreditar numa correção do mercado, vende contratos de mini índice futuro, baseado no tamanho da sua posição acionária.

Por exemplo: O investidor tem uma carteira de ações no valor de R$65.000,00.
Para que ele possa se proteger das quedas no mercado, veja a conta que deve ser feita para saber quantos contratos deve vender no mercado futuro.

R$65.000 / (32.000 * 0,20)
R$65.000 / 6.400 = 10,15

Ou seja, o investidor deve vender 10 mini contratos para proteger a sua carteira.

Com essa operação, se o mercado cair, a sua carteira de ações perderá valor, mas a posição vendida em contratos de índice futuro do ibovespa reduz as perdas, pois ele terá lucro na operação com a queda no valor do índice futuro.

É importante ressaltar que as operações com futuro são regulamentadas e fiscalizadas pela CVM e pela própria bolsa como entidade auto-reguladora e, contam também com um sistema de gerenciamento de risco, administrados pela Clearing de Derivativos BM&F, que garante a liquidação das operações e atua como contraparte da negociação.

Para maiores informações sobre este produto e outras estratégias, entre em contato com a sua corretora de valores.

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segunda-feira, novembro 14, 2011

Mitos, vantagens e umas boas verdades sobre as operações de day trade

Mitos, vantagens e umas boas verdades sobre as operações de day trade

07 de dezembro de 2010 • 20h52 Por: Rafael de Souza Ribeiro

SÃO PAULO - O fascínio pela independência financeira e ganhos rápidos com títulos de renda variável vem atraindo cada vez mais pessoas físicas ao mercado de ações. O salto da categoria na BM&F Bovespa prova o fato: em 2002, o número dos investidores pessoa física na bolsa paulista era de 85,2 mil; já em novembro de 2010, eram mais de 614 mil, segundo dados da bolsa.

O incremento, em grande parte subsidiado pelo avanço do Home Broker, popularizou a figura do trader, investidor que dedica parte do seu tempo observando o movimento diário do mercado, a fim de captar boas oportunidades de compra ou venda.

Dentro desta categoria estão os positions (focados em investimentos de longo prazo), swing traders (focados em investimento de curto prazo) e day traders, estes em busca de operações de curtíssimo prazo. E essa diferença de maturação do investimento reflete diretamente na periodicidade dos gráficos utilizados por cada um.

Fazendo uma ligação com a análise técnica, os positions utilizariam os gráficos semanais e mensais, mas, com grande frequência, esses investidores se baseiam na análise fundamentalista da empresa.

A segunda leva de investidores exploram mais os gráficos diários, atrás de fundos e topos importantes, com o intuito de capturar tendências terciárias. Já os day traders são mais agressivos, dedicando seu tempo à volatilidade do mercado, auxiliados por gráficos entre a escala de 1 a 15 minutos no máximo, em caso de papéis com boa liquidez.

Requisitos de um day trader
Na visão de Rafael Pacheco, sócio da XTH Educação Financeira, para operar day trade o investidor deve ter muito conhecimento técnico e experiência no mercado, tendo em vista que são operações rápidas e com alto grau de alavancagem, fato que potencializa o risco de perda, como também de ganho.

Além de disciplina e planejamento, indispensável em qualquer operação no mercado, Pacheco lista mais alguns requisitos importantes para o day trader:

  • Tempo para se dedicar ao mercado;
  • Bom volume de capital disponível;
  • Bom desempenho emocional sob pressão;
  • Bom controle de risco.

“A questão tempo é fundamental no day trade”, afirma o sócio da XTH. “Operar no seu trabalho, enquanto dá conta de suas atividades, suscetível a interrupções frequentes, não é uma boa ideia”, ressalta. Para ser bem sucedido, é necessário reservar um período do dia para operar, geralmente na abertura do pregão.

Em um day trade, é necessário supor que o operador conseguirá variações na ordem de 1% a 2%, tendo em vista os custos implícitos na operação e a possibilidade de alavancagem sem juros concedida pelas corretoras, o que potencializa o ganho. Daí a necessidade do bom controle de risco.

Para Pacheco, a relação "lucro x custo" começa a ficar favorável quando o montante a ser operado ultrapassa os R$ 20 mil. Caso ao contrário, “simplesmente não vale a pena o esforço” - com exceção aos trades iniciais, quando o trader está aprendendo a “operar pequeno” a fim de ganhar experiência. Os simuladores são uma boa ferramenta também, mas a tendência de abandonar a carteira é muito grande, uma vez que o dinheiro utilizado é fictício.

Os mitos do day trade
Antes de iniciar as operações de day trade, muitos investidores vão aos fóruns para colher mais informações sobre a modalidade de operação e geralmente encontram inúmeras opiniões, tanto a favor como contra o day trade.

Pela incongruência das informações, foram criados muitos mitos em torno desse tipo de operação, estes desmistificados por Leandro Martins, analista e professor do Seu Consultor Financeiro.

Um destes mitos é que operações de day trade são lucrativas apenas para a corretora, tendo em vista o fluxo de compra e venda diário. Na visão de Martins, aqueles investidores que operarem sem disciplina e sem um ótimo conhecimento do instrumental de análise técnica certamente irão conviver com essa realidade.

Muitos dizem que o day trade é uma operação estressante, pois é preciso ficar várias horas à frente do computador e, necessariamente, operando o dia todo. “Na verdade, a forma mais recomendada de operar day trade é utilizando uma boa técnica metodológica, onde se pretende operar poucas vezes, acompanhando a volatilidade ocorrida durante o pregão”, ressalta o analista, que completa: “Esta volatilidade é conseguida, na maioria das vezes, nas primeiras duas horas de pregão”.

Outro mito muito comum, também recorrente entre os swing traders, é que só se consegue ganhar na alta. Segundo Martins, o day trader pode operar vendido sem custos adicionais, podendo até casar a operação com opções. No caso do swing trade, o aluguel de ações é uma ferramenta extremamente útil para operações na ponta vendedora, com atenção às taxas cobradas pela corretora.

Vantagens do day trade
A possibilidade de alavancagem sem juros e a relativa independência em relação à tendência primária e secundária do mercado são algumas vantagens do day trade, avalia o professor do Seu Consultor Financeiro, além da possibilidade de “dormir tranquilo”, pois um day trader nunca encerra o dia posicionado.

Outro ponto importante é o risco da operação, que relativamente é menos arriscada em relação aos investimentos de periodicidade maior, pois nas variações diárias há o risco da ocorrência de gaps, além do stop do day trade ser mais curto, pondera Martins.

Do mesmo jeito que potencializa os ganhos, a alavancagem pode ser maléfica para o investidor menos experiente, enfatiza o analista, ao passo que recomenda este tipo de artifício àqueles operadores com ampla convivência com os gráficos e prática no mercado.

Martins também enfatiza sobre como interpretar o instrumental da análise técnica em operações de day trade, uma vez que a lógica por trás da operação é totalmente diferente ao recomendado em operações de swing trade, além da mensuração do retorno, que deve ser calculado sempre pela relação risco x retorno, uma vez que o objetivo da operação é aproveitar a volatilidade do mercado.

Ferramentas gráficas para o day trade
Ao iniciar uma operação, o day trader primeiramente precisa selecionar bem os seus papéis, preferencialmente em ordem de liquidez, já que utilizará gráficos com candles de minutos. Feita a escolha, é recomendado ter uma carteira para operações de day trade com poucos papéis e operar com no máximo dois ativos ao mesmo tempo, a fim de otimizar o trade e não se confundir, pois day trade requer muita concentração.

Leandro Martins sugere focar as operações em papéis de ampla liquidez, como Petrobras e Vale, uma vez que abre a possibilidade de operar na periodicidade de 1 minuto, “onde apresenta melhores sinais, com a necessidade de alguns filtros para retirar falsos sinais nas indicações”, ressalta.

Um dos pontos mais interessantes de se operar são os preenchimentos de gap intradiários, afirma Martins, sempre atento aos candlesticks de reversão (Doji e Martelos), números do ponto pivô, padrões gráficos (bandeira, canal...), figuras de reversão, cruzamento de médias móveis, fugas das Bandas de Bollinger. Enfim, o trader deve criar e adaptar seu próprio setup para operar com maior eficiência. Nesta missão, o backtest pode ser uma boa alternativa.

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segunda-feira, outubro 17, 2011

Dez motivos para aplicar em Tesouro Direto e fazer seu dinheiro render o dobro

Dez motivos para aplicar em Tesouro Direto e fazer seu dinheiro render o dobro

16 de setembro de 2011 • 11h43 Por: Equipe InfoMoney

SÃO PAULO – Para o investidor que deseja fugir da oscilação da bolsa de valores, uma boa opção de investimento em renda fixa é o Tesouro Direto. Trata-se da aquisição de títulos públicos por pessoas físicas.

Segundo os dados mais recentes divulgados pelo Tesouro Nacional, o programa Tesouro Direto registrou 5.604 novos cadastros de investidores pessoa física no mês de julho. Por sua vez, o número de investidores pessoa física cadastrados desde o início do programa atingiu 252.729 e nos últimos doze meses, houve crescimento de 28,20% no número de investidores de varejo.

Diante deste crescimento, especialistas consultados pelo Portal Infomoney destacaram os principais motivos para investir em Tesouro Direto. Veja:

1.Facilidade da compra
O Tesouro Direto pode ser adquirido pelo investidor pela internet, como acontece com as ações em um Home Broker. Basta estar cadastrado em uma corretora e acessar o site do Tesouro.

2.Taxas de juros atrativas
O Brasil tem as taxas de juros mais altas do mundo, o que compensa bastante o investimento em Tesouro Direto. Mesmo com a queda da Selic em 0,5 ponto percentual, a 12% ao ano, ainda é considerado um bom patamar.

3. Dobre sua rentabilidade
Segundo o educador financeiro Mauro Calil, “sair da carteira de poupança e migrar para o Tesouro Direto permite ao investidor dobrar a rentabilidade das aplicações”. Papéis com vencimento em 2012 tiveram ganhos de 1,38% no mês passado, enquanto os com prazo de 2013 renderam 1,28%.

4. Baixo risco
O risco de investir em Tesouro Direto é o menor da economia. “A segurança desse instrumento está atrelada a capacidade de pagamento do Governo, que tem diversas formas de fazê-lo”, explica Dalton Gardimam, diretor de pesquisas do Bradesco e economista chefe da Bradesco Corretora. Entre as formas de pagamento está o ajuste das contas ou emissão de mais moeda.

5. Liquidez
O Tesouro Direto possui grande liquidez. O investidor pode retirar o dinheiro a qualquer momento, lembrando que se o saque foi anterior ao vencimento do título haverá perda na rentabilidade. Os valores referentes ao pagamento de resgate, recompra ou juros, são repassados pelo Tesouro Nacional à corretora um dia útil após a solicitação, que posteriormente, creditará o valor líquido na conta corrente do investidor.

6. Baixo investimento
O investimento inicial muito baixo é outro ponto positivo para o Tesouro. “A partir de R$ 200 é possível começar”, explica Calil.

7. Calmaria
O Tesouro Direto, segundo os analistas, é um investimento que atravessa bem as turbulências do mercado, pois não está atrelado às mudanças internacionais, como por exemplo, a bolsa de valores e o dólar. “Mesmo com problemas internacionais, ele é completamente blindado a este tipo de movimentação”, ressalta Gardimam.

8. Perfeito para longo prazo
O Tesouro Direto é considerado uma ótima opção para quem quer planejar o futuro. “Com ele é possível saber o quanto será retirado, pois as taxas são pré fixadas”, explica Calil. Há inclusive a opção de retiradas semestrais dos rendimentos.

9. Taxas pequenas
As instituições depositárias cobram pequenas taxas, que variam de 0,2% até 1% ao ano. “É um valor considerado muito baixo em relação a outras aplicações mais rentáveis que a poupança, como um fundo DI”, esclarece Dalton Gardimam. Atenção, há cobrança de Imposto de Renda, deduzida pela corretora.

10. Fácil de operar
Segundo Gardimam, o Tesouro Direto é um investimento relativamente fácil de operar, “necessita apenas de pouco conhecimento de mercado e ter clara a sua estratégia de aplicação”, ressalta o economista do Bradesco. É indicado tanto para os iniciantes com poucos recursos, quanto para os perfis mais arrojados e endinheirados. “De longe é um dos investimentos mais democrático que se tem hoje”, conclui o economista.

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quarta-feira, setembro 28, 2011

Veja 10 atitudes essenciais para garantir uma aposentadoria feliz

Veja 10 atitudes essenciais para garantir uma aposentadoria feliz

27 de setembro de 2011 • 18h33 Por: Gladys Ferraz Magalhães do InfoMoney

SÃO PAULO – O brasileiro está vivendo mais e, por conta disso, pensando mais no futuro. Entretanto, ao imaginarem a vida que terão depois dos 60 anos, aqueles que dependerão da Previdência Social, cujo teto de aposentadoria atual é de R$ 3.691,74, se perguntam se é possível ter uma aposentadoria feliz.

De acordo com o superintendente de produtos da Brasilprev, João Batista Mendes Angelo, com atitudes simples, as chances de ter uma aposentadoria tranquila são grandes.

Abaixo, ele sugere dez atitudes que podem auxiliar quem quer ficar tranquilo e realizado na terceira idade.

Dicas
1- Pense no assunto, mesmo que ainda falte muito tempo para a sua aposentadoria. Encarar esta fase da vida de forma positiva ajuda a definir metas para o período e a se esforçar para alcançá-las;

2 – Fique de olho no orçamento, faça as contas e reserve uma parte para eventuais emergências e planos e outra para a aposentadoria. Um erro muito comum, diz Mendes Angelo, é a pessoa começar a reservar dinheiro para esta fase da vida e utilizá-lo para outros fins, como a compra de uma casa ou alguma eventualidade;

3 – Comece cedo. Não basta apenas pensar no assunto, é preciso começar a poupar o quanto antes. Nos planos de previdência privada, por exemplo, a iniciativa resulta em mais dinheiro, visto que o efeito dos juros compostos é “maravilhoso”;

4 – Não deu para começar muito cedo? Planeje-se para poupar por pelo menos de 20 a 25 anos, para ter resultados satisfatórios;

5 – Defina o que quer para saber quanto terá de poupar. Ao contrário de um planejamento normal, para as contas do dia a dia, no qual a maior parte dos especialistas aconselha a reservar ao menos 10% da renda para emergências, quando o assunto é aposentadoria, o montante a ser guardado deve levar em consideração vários fatores, como a idade atual do poupador, a renda pretendida e os objetivos futuros;

6 – Já tem ou está prestes a ter filhos? Se possível, reserve dinheiro para o futuro deles. Assim, será mais fácil ter tranquilidade na aposentadoria, já que, dessa forma, reduzem-se as chances de ter de socorrê-los financeiramente;

7 – Vai contratar uma previdência privada? Preste atenção na instituição que irá cuidar do seu dinheiro. Antes de assinar o contrato, pesquise e observe sobretudo se a empresa é segura, sólida e confiável;

8 – Olhe para o seu imposto de renda. Antes de decidir que tipo de plano previdenciário irá contratar, observe a sua declaração do IRPF. Se ela for feita no modo completo, diz o superintendente da Brasilprev, o PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre) pode ser a melhor opção. Já para quem declara na forma simplificada ou é isento, o VGBL (Vida Gerador de Benefício Livre) é o mais indicado;

9 – Veja o seu perfil. Atentar para o perfil de investimento também é importante ao se tratar de aposentadoria. Isso porque, explica Mendes Angelo, há fundos que são 100% renda fixa e outros compostos por até 49% de investimentos em ações;

10 – Por fim, observa o superintendente, esteja preparado para uma mudança no patamar de investimentos, uma vez que, mesmo tomando todos estes cuidados, é possível que você não tenha a mesma renda de quando estava trabalhando.

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sexta-feira, setembro 23, 2011

10 motivos para poupar e investir todos os meses

10 motivos para poupar e investir todos os meses

14 de setembro de 2011 • 13h07 Por: Diego Lazzaris Borges

SÃO PAULO – Poupar é uma tarefa considerada difícil por muitas pessoas, que nem sequer conseguem equalizar o orçamento e quitar todas as contas mensais. Entretanto, especialistas em finanças ressaltam a importância de fazer uma poupança mensal e investir uma parte do dinheiro recebido, para conseguir alcançar objetivos de uma maneira mais fácil.

Garantir uma aposentadoria mais tranquila, programar viagens, ter uma reserva de segurança em caso de emergência. De acordo com a educadora financeira e diretora do The Money Camp, Silvia Alambert, motivos não faltam para que você faça um esforço e separe uma parte da renda mensal para poupar e investir. Por isso, ela listou 10 razões para que você faça isso todos os meses. Confira:

1 – Garantir a aposentadoria
Ter uma aposentadoria mais tranquila é um dos principais motivos para se poupar, segundo a educadora financeira. “Depois que você deixar de trabalhar, seu padrão de vida pode cair muito, se você for contar apenas com a Previdência Social”, diz.

Por isso, ela aconselha que uma parte da renda mensal seja destinada a uma poupança que só deve ser utilizada quando se parar de trabalhar. “É muito importante pensar nesta fase da vida desde cedo”, ressalta.

2 – Usar o poder do juros sobre juros
Ao invés de ficar pagando juros em financiamentos, você pode fazer o dinheiro trabalhar a seu favor por meio de um investimento. Assim, conseguirá alcançar seus objetivos de maneira mais rápida e com o orçamento em dia. “Os juros só são interessantes quando os recebemos”, lembra a educadora.

3 – Garantir a própria educação e aperfeiçoamento profissional
É muito importante separar uma quantia mensal com o objetivo de se qualificar profissionalmente. Assim, você estará investindo também no seu futuro e terá mais chances de conseguir melhores colocações no mercado de trabalho.

Para Silvia, além de investir pensando em cursos relacionados à carreira, também é interessante fazer cursos para a vida pessoal. “Você também deve investir nos seus hobbies, que também vão garantir o seu crescimento pessoal”, afirma.

4 - Conseguir realizar sonhos
A maioria das pessoas tem algum tipo de sonho de consumo. Entretanto, muitas vezes, acaba sendo necessário adiar grandes sonhos, como a compra de um carro, uma viagem internacional, ou até mesmo esquecê-los, por falta de dinheiro e de planejamento financeiro.

Por isso, a educadora enfatiza a importância de se poupar e investir pensando na realização dos sonhos. “Assim, fica muito mais fácil conquistar o objetivo”, ressalta.

5 - Garantir a educação dos filhos
Garantir uma boa formação para os filhos é outro motivo listado pela educadora para investir e poupar mensalmente. “É importante pensar no futuro o quanto antes”, afirma.

De acordo com ela, quanto mais cedo se investir com este pensamento, melhor para as finanças da família. “Muitos pais só pensam na faculdade dos filhos quando eles já estão no colegial. Para não ter que depender de bolsa, de crédito escolar, o ideal é começar enquanto eles ainda são novos”, diz.

6 – Poder gastar com lazer
Saídas de final de semana, viagens com amigos, shows, barzinhos. Todos estes programas acabam influenciando no orçamento familiar e é preciso ter uma reserva financeira para eles também. “A pessoa tem que economizar e fazer uma reserva para gastos como estes”, afirma Silvia.

7 - Aproveitar melhor as oportunidades
A educadora lembra que, quando você tem dinheiro guardado, consegue aproveitar melhor as oportunidades de compra.

“Se você tem dinheiro para comprar à vista, consegue comprar muitas coisas com um ótimo desconto”, afirma. “Você pode comprar um imóvel de alguém que está precisando muito vender, por exemplo, e fazer um ótimo negócio e investimento. Ou mesmo aproveitar outros descontos, em vários tipos de compras”, completa.

8 - Ter segurança financeira em caso de perda de emprego
As contas da família podem estar em ordem hoje, mas você já imaginou o que aconteceria se você perdesse o emprego? Para evitar grandes apertos, em casos emergenciais como este, é interessante sempre ter uma reserva de emergência. “É importante pensar que algo pode acontecer e se preparar para isso financeiramente”, diz Silvia.

9 – Ter uma vida sem tantas privações
Para que você consiga ter o orçamento em dia e não viva pagando dívidas de carnês e cartões, a educadora ressalta que é importante guardar um valor para gastos básicos, que podem afetar o orçamento da família.

“Tem pessoas que compram de tudo no cartão de crédito e vivem endividadas, não conseguem adquirir nada novo”, diz. “O ideal é que as contas estejam acertadas e você tenha uma reserva para comprar tudo aquilo que precisa mensalmente”, diz.

10 - Poder ajudar entidades assistenciais
A educadora financeira ressalta que, quando se tem o orçamento organizado, fica muito mais fácil ajudar o próximo por meio de doações, por exemplo. “Você tem várias formas de ajudar, não precisa nem ser com dinheiro”, afirma.

Para quem pode e tem interesse, ela aponta que separar uma pequena quantia por mês para ajudar os mais necessitados pode ser uma tarefa gratificante. “Você pode ajudar inúmeras entidades sérias e que precisam de contribuições”, conclui.

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Seu dinheiro: conheça os investimentos mais rentáveis dos últimos 10 anos

Seu dinheiro: conheça os investimentos mais rentáveis dos últimos 10 anos

22 de setembro de 2011 • 10h09 Por: Patricia Alves

SÃO PAULO – Os investidores que escolheram o Tesouro Direto como estratégia de investimentos há dez anos foram os que receberam os maiores retornos, de acordo com estudo feito Instituto Assaf, que levantou as principais aplicações financeiras no período de janeiro de 2002 a julho de 2011.

Segundo o levantamento, realizado a pedido do portal InfoMoney, os títulos públicos – representados pela média das NTN (Notas do Tesouro Nacional), título público de renda fixa admitido como de mais baixo risco da economia – tiveram, no período, valorização de 368,51%, sem descontar a inflação.

O segundo lugar ficou com a bolsa de valores, medida pelo desempenho do Ibovespa, com ganhos nominais de 333,31% no período.

Ranking
A caderneta de poupança, aplicação mais tradicional do Brasil, ficou entre as últimas colocadas do ranking, com ganhos de 114,62%, à frente apenas do dólar, que no período teve retorno negativo de 35,09%.

CDB, renda fixa, ouro e imóveis também fazem parte do levantamento.

Ganhos reais
A inflação do período deve fazer parte da análise de todos os investidores, em todas as modalidades de investimentos, independentemente de a aplicação estar atrelada ou não a um índice de preços. Isso porque, tecnicamente, é diferente você calcular um retorno nominal e um retorno real. Sem analisar a inflação, não dá para saber o ganho real e o investidor não pode se enganar.

De acordo com o estudo, a inflação acumulada no País pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), ficou em 83,42%.

Assim, considerando o rendimento real das aplicações – ganho líquido do período já descontada a inflação -, chega-se ao seguinte ranking:

10 anos de aplicação financeira: quem ganhou?
AplicaçãoRentabilidade real acumulada

Título Público
155,43%
Bolsa136,24%
Ouro94,09%
Renda Fixa83,87%
CDB71,10%
Imóveis22,88%
Poupança17,01%
Dólar-64,61%

* Todos os valores acima não consideram as possíveis taxas de administração cobradas em algumas modalidades de investimentos nem a incidência de imposto de renda

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terça-feira, setembro 20, 2011

Especialistas apontam 10 dicas de como escolher um fundo de renda fixa

Especialistas apontam 10 dicas de como escolher um fundo de renda fixa

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16 de setembro de 2011 • 11h00 Por: Equipe InfoMoney

SÃO PAULO - O momento turbulento da economia internacional e a instabilidade das bolsas ao redor do globo, inclusive no Brasil, afugentam investidores do mercado de capitais, favorecendo aplicações mais seguras, como os fundos de renda fixa.

Por aqui, mesmo depois da redução supreendente de 0,50 ponto percentual no juro básico, títulos do Governo e papéis lastreados na Selic não perderam a atratividade, uma vez que a taxa é uma das mais altas do mundo. Sem falar, na inflação, que permanece elevada e beneficia papéis corrigidos pelos índices de preços.

Mas você saberia o que considerar antes de optar por um fundo de renda ideal ao seu perfil e ao cenário econômico? Pensando em te ajudar, o InfoMoney falou com especialistas no assunto e apurou 10 pontos importantes a serem levados em conta no momento de fazer essa escolha. Confira:

1. Entenda os diferentes tipos de fundos
Conforme dados da CVM (Comissão de Valores Mobiliários), esse tipo de fundo deve aplicar pelo menos 80% de seus recursos em títulos de renda fixa. Ainda assim, o vice-presidente da Franklin Templeton Investimento Brasil, Marco Freire, afirma que vale consultar a composição da carteira, que pode contar com títulos públicos ou privados, pré ou pós-fixados e ter como principal fator de risco a variação de crédito, taxa de juros e/ou índices de preços. Cabe lembrar que esse tipo de produto ainda pode utilizar derivativos tanto para proteção da carteira quanto para alavancagem. Dica: o site da autarquia mostra a composição do portfólio de todos os fundos mês a mês.

2. Avalie o cenário macroeconômico
Para definir em que fundo de renda fixa aplicar é importante considerar o panorama econômico. Identique as tendências sobre o ritmo de crescimento da atividade, da inflação e da taxa de juros, buscando fazer uma relação com o perfil de exposição do produto. "Se a perspectiva é de queda na taxa de juros, por exemplo, o ideal é apostar em títulos pré-fixados, para garantir o retorno futuro", avalia Freire. Outro exemplo, citado pelo especialista, são os fundos atrelados à variação de crédito que costuma performar positivamente quando a economia doméstica está aquecida.

3. Pesquise os custos dos fundos
Como na compra de qualquer produto, pesquise quais são os custos relacionados ao investimento, uma vez que valores muito altos podem comprometer sua rentabilidade. Normalmente, o investidor precisa arcar com os custos da taxa de administração e a de performance, mas, em alguns casos, também são pagas taxas de carregamento ou saída. Na opinião de Freire, no ambiente atual, com o juro básico a 12% a.a., uma taxa de administração de 3% pode ser considerada alta.

4. Analise o histórico de rentabilidade
Embora a rentabilidade passada não seja garantia de rentabilidade futura, vale a pena verificar o histórico de perdas e ganhos do produto no momento de escolher um fundo de investimento. Fique atento, contudo, se a política de gestão praticada, o gestor e o método de análise são os mesmos que garantiram a performance positiva no passado.

5. Verifique a estratégia e a reputação da gestora
É importante reconhecer se a instituição e o gestor que vão administrar os seus recursos têm confiabilidade no mercado. Freire recomenda uma investigação sobre o histórico da gestora, até para que o investidor possa identificar qual delas possui mais "know-how" no tipo de fundo escolhido. Outro ponto é avaliar se você se identifica com o perfil da estratégia de administração daquela gestora de fundos.

6. Compare o patrimônio e o número de cotistas
Observe a quantidade de cotistas e o tamanho do patrimônio do fundo escolhido. Num fundo pequeno, a saída de um grande cotista, especialmente num cenário turbulento, pode significar grandes prejuízos para quem fica.

7. Confira as regras de liquidez
Antes da contratação, verifique quais são as regras de resgate do fundo. Você pode precisar sacar o dinheiro com urgência e descobrir que o produto possui um período de carência, por exemplo. Freire afirma que, geralmente, fundos que contam com títulos lastreados em crédito contam com pouca liquidez. "Normalmente, neste tipo de fundo o gestor te pede um período de carência", diz.

8. Defina o prazo da aplicação
O consultor financeiro da G9 Investimentos, Gustavo de Carvalho Chaves, aconselha que o investidor avalie o prazo da aplicação, ou seja, o período que está disposto a destinar o capital para este fim. "Se o investir estiver pensando em aplicar no curto prazo, a rentabilidade pode ser pouco atrativa, uma vez que a tributação é regressiva, o que quer dizer que as alíquotas vão diminuindo de acordo com o tempo de aplicação", explica.

9. Diversifique
Chaves recomenda que o investidor pulverize o capital. "Se o investidor possui uma situação mais confortável, o ideal é que ele separe o montante em mais de um fundo, fazendo um balanceamento do capital", ensina.

10. Leia o regulamento
Não deixe de ler o regulamento antes de optar por um fundo. É nesse documento onde estão descritas todas as características operacionais do produto.

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