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Sábado, Novembro 19, 2011

Operando mini-contratos do índice Bovespa futuro

Operando mini-contratos do índice Bovespa futuro

O mini-contrato de índice futuro é um instrumento financeiro versátil e muito atrativo. Você pode comprar ou vender uma carteira diversificada de ações, representada pelo Índice Bovespa, o principal indicador do mercado financeiro no Brasil.

Como funciona?

Um contrato futuro representa um acordo entre vendedor e comprador para entregar e receber certa quantidade de um ativo por determinado preço para liquidação em uma data futura.

No caso do futuro de índice, o ativo é uma cesta de ações representada pelo Ibovespa, que é o índice de ações da Bolsa de Valores.

Os contratos futuros são padronizados, o que permite a reversão da posição a qualquer momento, por meio de operação inversa. Na prática isso significa que se o investidor compra o contrato futuro de índice, ele espera ganhar com a elevação dos preços futuros daquele contrato. Se sua posição é de venda, a expectativa é de ganhar com a queda dos preços futuros do contrato.

Tamanho dos contratos

Os contratos de índice são referenciados em pontos. Dessa forma, quando ouvimos dizer que a cotação do Índice Bovespa está em 32 mil pontos, isso significa que teoricamente para comprar os ativos que fazem parte do índice precisaríamos de R$32.000,00. Neste caso, cada ponto equivale a R$1,00.

O mini-contrato do Ibovespa equivale a 20% do valor do contrato grande (exemplo mencionado acima). Dessa forma, a conta para chegar ao valor do mini-contrato, considerando o exemplo do Índice aos 32 mil pontos, é a seguinte:

Mini-Ibovespa: 32.000 x R$0,20 = R$6.400,00.

E como funcionam as negociações com estes contratos?

Suponha que você tenha comprado 02 contratos de mini-ibovespa por 32.000 pontos e alguns minutos depois tenha vendido os 02 contratos por 32.500 pontos.

A conta da operação é a seguinte:

32.500 - 32.000 = 500 pontos
500 pontos x R$0,20 = R$100,00
R$100,00 x 02 contratos = R$200,00

Vale lembrar que com o mini-contrato você pode ficar “vendido” no mercado.

Vamos ao exemplo:

Suponha que você tenha vendido 02 contratos de mini-ibovespa por 33.000 pontos e alguns minutos depois tenha recomprado os 02 contratos por 32.700.

A conta da operação é a seguinte:

33.000 - 32.700 = 300 pontos
300 pontos x R$0,20 = R$60,00
R$60,00 x 02 contratos = R$120,00

Nos exemplos acima, as operações realizadas foram daytrade; ou seja, abertas e fechadas no mesmo dia durante o pregão.

Não é necessário encerrar suas posições no mesmo dia, isso depende da estratégia de cada investidor. Se o investidor ficar posicionado de um dia para o outro, sua posição será ajustada.

Ajuste diário de posições

Se o investidor optar em ficar posicionado, ou seja, não desfazer a operação que realizou durante o pregão, no dia seguinte será ajustado pelo preço de ajuste da bolsa. Vamos a um exemplo:

Você comprou 02 contratos de mini-ibovespa por 32.500 pontos e não desfez sua posição ao fim do dia.

Naquele dia o preço de ajuste do pregão para o mini-ibovespa foi 32.700 pontos.

Isso significa que no dia seguinte, com base nas contas mencionadas acima, sua posição será ajustada, ou seja, você receberá um crédito em sua conta de R$80,00, referente aos 200 pontos que você lucrou na operação, e a sua posição passa a ser de comprado em 02 contratos a 32.700 pontos.

Lembre-se que os ajustes podem ser positivos ou negativos. Essa relação depende do valor da sua posição versus o valor do ajuste de mercado.
Este valor estará disponível para você em sua conta corrente na corretora.

Caso o resultado seja negativo, você terá que enviar para sua conta na corretora, o respectivo valor referente à liquidação.

Liquidação das operações

Veja como funciona o fluxo de liquidação dessas operações:

D+0 - dia da operação - chamada de margem dos contratos negociados conforme tabela de margem;

D+1 - próximo dia útil após o dia da operação - liquidação financeira dos ajustes dos contratos negociados, operação conforme fechamento do ativo no pregão de D+0.

Os contratos futuros são liquidados sempre em D + 1, ou seja, o próximo dia útil após o dia da operação, por ajustes que podem ser positivos ou negativos, dependendo da posição do cliente.

Estes contratos são negociados todos os dias até a data de seu vencimento, que é definida pelo calendário da BM&F.*( vcto. Meses pares e toda quarta mais próxima ao dia 15)

Margens de garantia por contrato

Para operar neste mercado é necessário deixar recursos como garantia. Atualmente, a margem exigida pela BM&F no mini-índice é de R$ 1.800,00 por contrato (a bolsa altera o valor da margem exigida regularmente em função da volatilidade do mercado).

A negociação na BM&F emprega o conceito de pré-margem, em que todas as operações dos participantes, desde o momento da inclusão da oferta, já têm seu risco adequadamente coberto por garantias previamente depositadas. Esta margem visa garantir as operações realizadas e fazer face às variações contrárias à sua posição.

São aceitos como garantia Títulos Públicos, Cotas do fundo FIF Banco do Brasil BM&F, ações ( com deságio ) e dinheiro.

Estratégia de proteção

Os investidores pessoa física sofrem quando o mercado reverte uma tendência de alta e inicia uma correção. A carteira perde a rentabilidade e muitas vezes os investidores optam por vender suas posições, deixando parte do lucro no mercado ou, até mesmo, assumindo prejuízos.

Com o mini-contrato de Ibovespa o investidor pode proteger sua carteira e, reduzir as perdas com as correções do mercado.

Como fazer isso?

Para se fazer um hedge ou proteção da carteira, o investidor deverá montar uma posição financeira em mini contratos do ibovespa, equivalente a sua posição acionária no mercado a vista.

Uma forma de cálculo é pegar o valor financeiro da posição acionária e dividir pelo valor do índice multiplicado por R$0,20.

Número de minis = Capital em R$ (valor carteira) / Índice bovespa * R$0,20 O investidor com posição comprada no mercado a vista, ao acreditar numa correção do mercado, vende contratos de mini índice futuro, baseado no tamanho da sua posição acionária.

Por exemplo: O investidor tem uma carteira de ações no valor de R$65.000,00.
Para que ele possa se proteger das quedas no mercado, veja a conta que deve ser feita para saber quantos contratos deve vender no mercado futuro.

R$65.000 / (32.000 * 0,20)
R$65.000 / 6.400 = 10,15

Ou seja, o investidor deve vender 10 mini contratos para proteger a sua carteira.

Com essa operação, se o mercado cair, a sua carteira de ações perderá valor, mas a posição vendida em contratos de índice futuro do ibovespa reduz as perdas, pois ele terá lucro na operação com a queda no valor do índice futuro.

É importante ressaltar que as operações com futuro são regulamentadas e fiscalizadas pela CVM e pela própria bolsa como entidade auto-reguladora e, contam também com um sistema de gerenciamento de risco, administrados pela Clearing de Derivativos BM&F, que garante a liquidação das operações e atua como contraparte da negociação.

Para maiores informações sobre este produto e outras estratégias, entre em contato com a sua corretora de valores.

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Segunda-feira, Novembro 14, 2011

Mitos, vantagens e umas boas verdades sobre as operações de day trade

Mitos, vantagens e umas boas verdades sobre as operações de day trade

07 de dezembro de 2010 • 20h52 Por: Rafael de Souza Ribeiro

SÃO PAULO - O fascínio pela independência financeira e ganhos rápidos com títulos de renda variável vem atraindo cada vez mais pessoas físicas ao mercado de ações. O salto da categoria na BM&F Bovespa prova o fato: em 2002, o número dos investidores pessoa física na bolsa paulista era de 85,2 mil; já em novembro de 2010, eram mais de 614 mil, segundo dados da bolsa.

O incremento, em grande parte subsidiado pelo avanço do Home Broker, popularizou a figura do trader, investidor que dedica parte do seu tempo observando o movimento diário do mercado, a fim de captar boas oportunidades de compra ou venda.

Dentro desta categoria estão os positions (focados em investimentos de longo prazo), swing traders (focados em investimento de curto prazo) e day traders, estes em busca de operações de curtíssimo prazo. E essa diferença de maturação do investimento reflete diretamente na periodicidade dos gráficos utilizados por cada um.

Fazendo uma ligação com a análise técnica, os positions utilizariam os gráficos semanais e mensais, mas, com grande frequência, esses investidores se baseiam na análise fundamentalista da empresa.

A segunda leva de investidores exploram mais os gráficos diários, atrás de fundos e topos importantes, com o intuito de capturar tendências terciárias. Já os day traders são mais agressivos, dedicando seu tempo à volatilidade do mercado, auxiliados por gráficos entre a escala de 1 a 15 minutos no máximo, em caso de papéis com boa liquidez.

Requisitos de um day trader
Na visão de Rafael Pacheco, sócio da XTH Educação Financeira, para operar day trade o investidor deve ter muito conhecimento técnico e experiência no mercado, tendo em vista que são operações rápidas e com alto grau de alavancagem, fato que potencializa o risco de perda, como também de ganho.

Além de disciplina e planejamento, indispensável em qualquer operação no mercado, Pacheco lista mais alguns requisitos importantes para o day trader:

  • Tempo para se dedicar ao mercado;
  • Bom volume de capital disponível;
  • Bom desempenho emocional sob pressão;
  • Bom controle de risco.

“A questão tempo é fundamental no day trade”, afirma o sócio da XTH. “Operar no seu trabalho, enquanto dá conta de suas atividades, suscetível a interrupções frequentes, não é uma boa ideia”, ressalta. Para ser bem sucedido, é necessário reservar um período do dia para operar, geralmente na abertura do pregão.

Em um day trade, é necessário supor que o operador conseguirá variações na ordem de 1% a 2%, tendo em vista os custos implícitos na operação e a possibilidade de alavancagem sem juros concedida pelas corretoras, o que potencializa o ganho. Daí a necessidade do bom controle de risco.

Para Pacheco, a relação "lucro x custo" começa a ficar favorável quando o montante a ser operado ultrapassa os R$ 20 mil. Caso ao contrário, “simplesmente não vale a pena o esforço” - com exceção aos trades iniciais, quando o trader está aprendendo a “operar pequeno” a fim de ganhar experiência. Os simuladores são uma boa ferramenta também, mas a tendência de abandonar a carteira é muito grande, uma vez que o dinheiro utilizado é fictício.

Os mitos do day trade
Antes de iniciar as operações de day trade, muitos investidores vão aos fóruns para colher mais informações sobre a modalidade de operação e geralmente encontram inúmeras opiniões, tanto a favor como contra o day trade.

Pela incongruência das informações, foram criados muitos mitos em torno desse tipo de operação, estes desmistificados por Leandro Martins, analista e professor do Seu Consultor Financeiro.

Um destes mitos é que operações de day trade são lucrativas apenas para a corretora, tendo em vista o fluxo de compra e venda diário. Na visão de Martins, aqueles investidores que operarem sem disciplina e sem um ótimo conhecimento do instrumental de análise técnica certamente irão conviver com essa realidade.

Muitos dizem que o day trade é uma operação estressante, pois é preciso ficar várias horas à frente do computador e, necessariamente, operando o dia todo. “Na verdade, a forma mais recomendada de operar day trade é utilizando uma boa técnica metodológica, onde se pretende operar poucas vezes, acompanhando a volatilidade ocorrida durante o pregão”, ressalta o analista, que completa: “Esta volatilidade é conseguida, na maioria das vezes, nas primeiras duas horas de pregão”.

Outro mito muito comum, também recorrente entre os swing traders, é que só se consegue ganhar na alta. Segundo Martins, o day trader pode operar vendido sem custos adicionais, podendo até casar a operação com opções. No caso do swing trade, o aluguel de ações é uma ferramenta extremamente útil para operações na ponta vendedora, com atenção às taxas cobradas pela corretora.

Vantagens do day trade
A possibilidade de alavancagem sem juros e a relativa independência em relação à tendência primária e secundária do mercado são algumas vantagens do day trade, avalia o professor do Seu Consultor Financeiro, além da possibilidade de “dormir tranquilo”, pois um day trader nunca encerra o dia posicionado.

Outro ponto importante é o risco da operação, que relativamente é menos arriscada em relação aos investimentos de periodicidade maior, pois nas variações diárias há o risco da ocorrência de gaps, além do stop do day trade ser mais curto, pondera Martins.

Do mesmo jeito que potencializa os ganhos, a alavancagem pode ser maléfica para o investidor menos experiente, enfatiza o analista, ao passo que recomenda este tipo de artifício àqueles operadores com ampla convivência com os gráficos e prática no mercado.

Martins também enfatiza sobre como interpretar o instrumental da análise técnica em operações de day trade, uma vez que a lógica por trás da operação é totalmente diferente ao recomendado em operações de swing trade, além da mensuração do retorno, que deve ser calculado sempre pela relação risco x retorno, uma vez que o objetivo da operação é aproveitar a volatilidade do mercado.

Ferramentas gráficas para o day trade
Ao iniciar uma operação, o day trader primeiramente precisa selecionar bem os seus papéis, preferencialmente em ordem de liquidez, já que utilizará gráficos com candles de minutos. Feita a escolha, é recomendado ter uma carteira para operações de day trade com poucos papéis e operar com no máximo dois ativos ao mesmo tempo, a fim de otimizar o trade e não se confundir, pois day trade requer muita concentração.

Leandro Martins sugere focar as operações em papéis de ampla liquidez, como Petrobras e Vale, uma vez que abre a possibilidade de operar na periodicidade de 1 minuto, “onde apresenta melhores sinais, com a necessidade de alguns filtros para retirar falsos sinais nas indicações”, ressalta.

Um dos pontos mais interessantes de se operar são os preenchimentos de gap intradiários, afirma Martins, sempre atento aos candlesticks de reversão (Doji e Martelos), números do ponto pivô, padrões gráficos (bandeira, canal...), figuras de reversão, cruzamento de médias móveis, fugas das Bandas de Bollinger. Enfim, o trader deve criar e adaptar seu próprio setup para operar com maior eficiência. Nesta missão, o backtest pode ser uma boa alternativa.

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Segunda-feira, Outubro 17, 2011

Dez motivos para aplicar em Tesouro Direto e fazer seu dinheiro render o dobro

Dez motivos para aplicar em Tesouro Direto e fazer seu dinheiro render o dobro

16 de setembro de 2011 • 11h43 Por: Equipe InfoMoney

SÃO PAULO – Para o investidor que deseja fugir da oscilação da bolsa de valores, uma boa opção de investimento em renda fixa é o Tesouro Direto. Trata-se da aquisição de títulos públicos por pessoas físicas.

Segundo os dados mais recentes divulgados pelo Tesouro Nacional, o programa Tesouro Direto registrou 5.604 novos cadastros de investidores pessoa física no mês de julho. Por sua vez, o número de investidores pessoa física cadastrados desde o início do programa atingiu 252.729 e nos últimos doze meses, houve crescimento de 28,20% no número de investidores de varejo.

Diante deste crescimento, especialistas consultados pelo Portal Infomoney destacaram os principais motivos para investir em Tesouro Direto. Veja:

1.Facilidade da compra
O Tesouro Direto pode ser adquirido pelo investidor pela internet, como acontece com as ações em um Home Broker. Basta estar cadastrado em uma corretora e acessar o site do Tesouro.

2.Taxas de juros atrativas
O Brasil tem as taxas de juros mais altas do mundo, o que compensa bastante o investimento em Tesouro Direto. Mesmo com a queda da Selic em 0,5 ponto percentual, a 12% ao ano, ainda é considerado um bom patamar.

3. Dobre sua rentabilidade
Segundo o educador financeiro Mauro Calil, “sair da carteira de poupança e migrar para o Tesouro Direto permite ao investidor dobrar a rentabilidade das aplicações”. Papéis com vencimento em 2012 tiveram ganhos de 1,38% no mês passado, enquanto os com prazo de 2013 renderam 1,28%.

4. Baixo risco
O risco de investir em Tesouro Direto é o menor da economia. “A segurança desse instrumento está atrelada a capacidade de pagamento do Governo, que tem diversas formas de fazê-lo”, explica Dalton Gardimam, diretor de pesquisas do Bradesco e economista chefe da Bradesco Corretora. Entre as formas de pagamento está o ajuste das contas ou emissão de mais moeda.

5. Liquidez
O Tesouro Direto possui grande liquidez. O investidor pode retirar o dinheiro a qualquer momento, lembrando que se o saque foi anterior ao vencimento do título haverá perda na rentabilidade. Os valores referentes ao pagamento de resgate, recompra ou juros, são repassados pelo Tesouro Nacional à corretora um dia útil após a solicitação, que posteriormente, creditará o valor líquido na conta corrente do investidor.

6. Baixo investimento
O investimento inicial muito baixo é outro ponto positivo para o Tesouro. “A partir de R$ 200 é possível começar”, explica Calil.

7. Calmaria
O Tesouro Direto, segundo os analistas, é um investimento que atravessa bem as turbulências do mercado, pois não está atrelado às mudanças internacionais, como por exemplo, a bolsa de valores e o dólar. “Mesmo com problemas internacionais, ele é completamente blindado a este tipo de movimentação”, ressalta Gardimam.

8. Perfeito para longo prazo
O Tesouro Direto é considerado uma ótima opção para quem quer planejar o futuro. “Com ele é possível saber o quanto será retirado, pois as taxas são pré fixadas”, explica Calil. Há inclusive a opção de retiradas semestrais dos rendimentos.

9. Taxas pequenas
As instituições depositárias cobram pequenas taxas, que variam de 0,2% até 1% ao ano. “É um valor considerado muito baixo em relação a outras aplicações mais rentáveis que a poupança, como um fundo DI”, esclarece Dalton Gardimam. Atenção, há cobrança de Imposto de Renda, deduzida pela corretora.

10. Fácil de operar
Segundo Gardimam, o Tesouro Direto é um investimento relativamente fácil de operar, “necessita apenas de pouco conhecimento de mercado e ter clara a sua estratégia de aplicação”, ressalta o economista do Bradesco. É indicado tanto para os iniciantes com poucos recursos, quanto para os perfis mais arrojados e endinheirados. “De longe é um dos investimentos mais democrático que se tem hoje”, conclui o economista.

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Quarta-feira, Setembro 28, 2011

Veja 10 atitudes essenciais para garantir uma aposentadoria feliz

Veja 10 atitudes essenciais para garantir uma aposentadoria feliz

27 de setembro de 2011 • 18h33 Por: Gladys Ferraz Magalhães do InfoMoney

SÃO PAULO – O brasileiro está vivendo mais e, por conta disso, pensando mais no futuro. Entretanto, ao imaginarem a vida que terão depois dos 60 anos, aqueles que dependerão da Previdência Social, cujo teto de aposentadoria atual é de R$ 3.691,74, se perguntam se é possível ter uma aposentadoria feliz.

De acordo com o superintendente de produtos da Brasilprev, João Batista Mendes Angelo, com atitudes simples, as chances de ter uma aposentadoria tranquila são grandes.

Abaixo, ele sugere dez atitudes que podem auxiliar quem quer ficar tranquilo e realizado na terceira idade.

Dicas
1- Pense no assunto, mesmo que ainda falte muito tempo para a sua aposentadoria. Encarar esta fase da vida de forma positiva ajuda a definir metas para o período e a se esforçar para alcançá-las;

2 – Fique de olho no orçamento, faça as contas e reserve uma parte para eventuais emergências e planos e outra para a aposentadoria. Um erro muito comum, diz Mendes Angelo, é a pessoa começar a reservar dinheiro para esta fase da vida e utilizá-lo para outros fins, como a compra de uma casa ou alguma eventualidade;

3 – Comece cedo. Não basta apenas pensar no assunto, é preciso começar a poupar o quanto antes. Nos planos de previdência privada, por exemplo, a iniciativa resulta em mais dinheiro, visto que o efeito dos juros compostos é “maravilhoso”;

4 – Não deu para começar muito cedo? Planeje-se para poupar por pelo menos de 20 a 25 anos, para ter resultados satisfatórios;

5 – Defina o que quer para saber quanto terá de poupar. Ao contrário de um planejamento normal, para as contas do dia a dia, no qual a maior parte dos especialistas aconselha a reservar ao menos 10% da renda para emergências, quando o assunto é aposentadoria, o montante a ser guardado deve levar em consideração vários fatores, como a idade atual do poupador, a renda pretendida e os objetivos futuros;

6 – Já tem ou está prestes a ter filhos? Se possível, reserve dinheiro para o futuro deles. Assim, será mais fácil ter tranquilidade na aposentadoria, já que, dessa forma, reduzem-se as chances de ter de socorrê-los financeiramente;

7 – Vai contratar uma previdência privada? Preste atenção na instituição que irá cuidar do seu dinheiro. Antes de assinar o contrato, pesquise e observe sobretudo se a empresa é segura, sólida e confiável;

8 – Olhe para o seu imposto de renda. Antes de decidir que tipo de plano previdenciário irá contratar, observe a sua declaração do IRPF. Se ela for feita no modo completo, diz o superintendente da Brasilprev, o PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre) pode ser a melhor opção. Já para quem declara na forma simplificada ou é isento, o VGBL (Vida Gerador de Benefício Livre) é o mais indicado;

9 – Veja o seu perfil. Atentar para o perfil de investimento também é importante ao se tratar de aposentadoria. Isso porque, explica Mendes Angelo, há fundos que são 100% renda fixa e outros compostos por até 49% de investimentos em ações;

10 – Por fim, observa o superintendente, esteja preparado para uma mudança no patamar de investimentos, uma vez que, mesmo tomando todos estes cuidados, é possível que você não tenha a mesma renda de quando estava trabalhando.

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Sexta-feira, Setembro 23, 2011

10 motivos para poupar e investir todos os meses

10 motivos para poupar e investir todos os meses

14 de setembro de 2011 • 13h07 Por: Diego Lazzaris Borges

SÃO PAULO – Poupar é uma tarefa considerada difícil por muitas pessoas, que nem sequer conseguem equalizar o orçamento e quitar todas as contas mensais. Entretanto, especialistas em finanças ressaltam a importância de fazer uma poupança mensal e investir uma parte do dinheiro recebido, para conseguir alcançar objetivos de uma maneira mais fácil.

Garantir uma aposentadoria mais tranquila, programar viagens, ter uma reserva de segurança em caso de emergência. De acordo com a educadora financeira e diretora do The Money Camp, Silvia Alambert, motivos não faltam para que você faça um esforço e separe uma parte da renda mensal para poupar e investir. Por isso, ela listou 10 razões para que você faça isso todos os meses. Confira:

1 – Garantir a aposentadoria
Ter uma aposentadoria mais tranquila é um dos principais motivos para se poupar, segundo a educadora financeira. “Depois que você deixar de trabalhar, seu padrão de vida pode cair muito, se você for contar apenas com a Previdência Social”, diz.

Por isso, ela aconselha que uma parte da renda mensal seja destinada a uma poupança que só deve ser utilizada quando se parar de trabalhar. “É muito importante pensar nesta fase da vida desde cedo”, ressalta.

2 – Usar o poder do juros sobre juros
Ao invés de ficar pagando juros em financiamentos, você pode fazer o dinheiro trabalhar a seu favor por meio de um investimento. Assim, conseguirá alcançar seus objetivos de maneira mais rápida e com o orçamento em dia. “Os juros só são interessantes quando os recebemos”, lembra a educadora.

3 – Garantir a própria educação e aperfeiçoamento profissional
É muito importante separar uma quantia mensal com o objetivo de se qualificar profissionalmente. Assim, você estará investindo também no seu futuro e terá mais chances de conseguir melhores colocações no mercado de trabalho.

Para Silvia, além de investir pensando em cursos relacionados à carreira, também é interessante fazer cursos para a vida pessoal. “Você também deve investir nos seus hobbies, que também vão garantir o seu crescimento pessoal”, afirma.

4 - Conseguir realizar sonhos
A maioria das pessoas tem algum tipo de sonho de consumo. Entretanto, muitas vezes, acaba sendo necessário adiar grandes sonhos, como a compra de um carro, uma viagem internacional, ou até mesmo esquecê-los, por falta de dinheiro e de planejamento financeiro.

Por isso, a educadora enfatiza a importância de se poupar e investir pensando na realização dos sonhos. “Assim, fica muito mais fácil conquistar o objetivo”, ressalta.

5 - Garantir a educação dos filhos
Garantir uma boa formação para os filhos é outro motivo listado pela educadora para investir e poupar mensalmente. “É importante pensar no futuro o quanto antes”, afirma.

De acordo com ela, quanto mais cedo se investir com este pensamento, melhor para as finanças da família. “Muitos pais só pensam na faculdade dos filhos quando eles já estão no colegial. Para não ter que depender de bolsa, de crédito escolar, o ideal é começar enquanto eles ainda são novos”, diz.

6 – Poder gastar com lazer
Saídas de final de semana, viagens com amigos, shows, barzinhos. Todos estes programas acabam influenciando no orçamento familiar e é preciso ter uma reserva financeira para eles também. “A pessoa tem que economizar e fazer uma reserva para gastos como estes”, afirma Silvia.

7 - Aproveitar melhor as oportunidades
A educadora lembra que, quando você tem dinheiro guardado, consegue aproveitar melhor as oportunidades de compra.

“Se você tem dinheiro para comprar à vista, consegue comprar muitas coisas com um ótimo desconto”, afirma. “Você pode comprar um imóvel de alguém que está precisando muito vender, por exemplo, e fazer um ótimo negócio e investimento. Ou mesmo aproveitar outros descontos, em vários tipos de compras”, completa.

8 - Ter segurança financeira em caso de perda de emprego
As contas da família podem estar em ordem hoje, mas você já imaginou o que aconteceria se você perdesse o emprego? Para evitar grandes apertos, em casos emergenciais como este, é interessante sempre ter uma reserva de emergência. “É importante pensar que algo pode acontecer e se preparar para isso financeiramente”, diz Silvia.

9 – Ter uma vida sem tantas privações
Para que você consiga ter o orçamento em dia e não viva pagando dívidas de carnês e cartões, a educadora ressalta que é importante guardar um valor para gastos básicos, que podem afetar o orçamento da família.

“Tem pessoas que compram de tudo no cartão de crédito e vivem endividadas, não conseguem adquirir nada novo”, diz. “O ideal é que as contas estejam acertadas e você tenha uma reserva para comprar tudo aquilo que precisa mensalmente”, diz.

10 - Poder ajudar entidades assistenciais
A educadora financeira ressalta que, quando se tem o orçamento organizado, fica muito mais fácil ajudar o próximo por meio de doações, por exemplo. “Você tem várias formas de ajudar, não precisa nem ser com dinheiro”, afirma.

Para quem pode e tem interesse, ela aponta que separar uma pequena quantia por mês para ajudar os mais necessitados pode ser uma tarefa gratificante. “Você pode ajudar inúmeras entidades sérias e que precisam de contribuições”, conclui.

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Seu dinheiro: conheça os investimentos mais rentáveis dos últimos 10 anos

Seu dinheiro: conheça os investimentos mais rentáveis dos últimos 10 anos

22 de setembro de 2011 • 10h09 Por: Patricia Alves

SÃO PAULO – Os investidores que escolheram o Tesouro Direto como estratégia de investimentos há dez anos foram os que receberam os maiores retornos, de acordo com estudo feito Instituto Assaf, que levantou as principais aplicações financeiras no período de janeiro de 2002 a julho de 2011.

Segundo o levantamento, realizado a pedido do portal InfoMoney, os títulos públicos – representados pela média das NTN (Notas do Tesouro Nacional), título público de renda fixa admitido como de mais baixo risco da economia – tiveram, no período, valorização de 368,51%, sem descontar a inflação.

O segundo lugar ficou com a bolsa de valores, medida pelo desempenho do Ibovespa, com ganhos nominais de 333,31% no período.

Ranking
A caderneta de poupança, aplicação mais tradicional do Brasil, ficou entre as últimas colocadas do ranking, com ganhos de 114,62%, à frente apenas do dólar, que no período teve retorno negativo de 35,09%.

CDB, renda fixa, ouro e imóveis também fazem parte do levantamento.

Ganhos reais
A inflação do período deve fazer parte da análise de todos os investidores, em todas as modalidades de investimentos, independentemente de a aplicação estar atrelada ou não a um índice de preços. Isso porque, tecnicamente, é diferente você calcular um retorno nominal e um retorno real. Sem analisar a inflação, não dá para saber o ganho real e o investidor não pode se enganar.

De acordo com o estudo, a inflação acumulada no País pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), ficou em 83,42%.

Assim, considerando o rendimento real das aplicações – ganho líquido do período já descontada a inflação -, chega-se ao seguinte ranking:

10 anos de aplicação financeira: quem ganhou?
AplicaçãoRentabilidade real acumulada

Título Público
155,43%
Bolsa136,24%
Ouro94,09%
Renda Fixa83,87%
CDB71,10%
Imóveis22,88%
Poupança17,01%
Dólar-64,61%

* Todos os valores acima não consideram as possíveis taxas de administração cobradas em algumas modalidades de investimentos nem a incidência de imposto de renda

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Terça-feira, Setembro 20, 2011

Especialistas apontam 10 dicas de como escolher um fundo de renda fixa

Especialistas apontam 10 dicas de como escolher um fundo de renda fixa

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16 de setembro de 2011 • 11h00 Por: Equipe InfoMoney

SÃO PAULO - O momento turbulento da economia internacional e a instabilidade das bolsas ao redor do globo, inclusive no Brasil, afugentam investidores do mercado de capitais, favorecendo aplicações mais seguras, como os fundos de renda fixa.

Por aqui, mesmo depois da redução supreendente de 0,50 ponto percentual no juro básico, títulos do Governo e papéis lastreados na Selic não perderam a atratividade, uma vez que a taxa é uma das mais altas do mundo. Sem falar, na inflação, que permanece elevada e beneficia papéis corrigidos pelos índices de preços.

Mas você saberia o que considerar antes de optar por um fundo de renda ideal ao seu perfil e ao cenário econômico? Pensando em te ajudar, o InfoMoney falou com especialistas no assunto e apurou 10 pontos importantes a serem levados em conta no momento de fazer essa escolha. Confira:

1. Entenda os diferentes tipos de fundos
Conforme dados da CVM (Comissão de Valores Mobiliários), esse tipo de fundo deve aplicar pelo menos 80% de seus recursos em títulos de renda fixa. Ainda assim, o vice-presidente da Franklin Templeton Investimento Brasil, Marco Freire, afirma que vale consultar a composição da carteira, que pode contar com títulos públicos ou privados, pré ou pós-fixados e ter como principal fator de risco a variação de crédito, taxa de juros e/ou índices de preços. Cabe lembrar que esse tipo de produto ainda pode utilizar derivativos tanto para proteção da carteira quanto para alavancagem. Dica: o site da autarquia mostra a composição do portfólio de todos os fundos mês a mês.

2. Avalie o cenário macroeconômico
Para definir em que fundo de renda fixa aplicar é importante considerar o panorama econômico. Identique as tendências sobre o ritmo de crescimento da atividade, da inflação e da taxa de juros, buscando fazer uma relação com o perfil de exposição do produto. "Se a perspectiva é de queda na taxa de juros, por exemplo, o ideal é apostar em títulos pré-fixados, para garantir o retorno futuro", avalia Freire. Outro exemplo, citado pelo especialista, são os fundos atrelados à variação de crédito que costuma performar positivamente quando a economia doméstica está aquecida.

3. Pesquise os custos dos fundos
Como na compra de qualquer produto, pesquise quais são os custos relacionados ao investimento, uma vez que valores muito altos podem comprometer sua rentabilidade. Normalmente, o investidor precisa arcar com os custos da taxa de administração e a de performance, mas, em alguns casos, também são pagas taxas de carregamento ou saída. Na opinião de Freire, no ambiente atual, com o juro básico a 12% a.a., uma taxa de administração de 3% pode ser considerada alta.

4. Analise o histórico de rentabilidade
Embora a rentabilidade passada não seja garantia de rentabilidade futura, vale a pena verificar o histórico de perdas e ganhos do produto no momento de escolher um fundo de investimento. Fique atento, contudo, se a política de gestão praticada, o gestor e o método de análise são os mesmos que garantiram a performance positiva no passado.

5. Verifique a estratégia e a reputação da gestora
É importante reconhecer se a instituição e o gestor que vão administrar os seus recursos têm confiabilidade no mercado. Freire recomenda uma investigação sobre o histórico da gestora, até para que o investidor possa identificar qual delas possui mais "know-how" no tipo de fundo escolhido. Outro ponto é avaliar se você se identifica com o perfil da estratégia de administração daquela gestora de fundos.

6. Compare o patrimônio e o número de cotistas
Observe a quantidade de cotistas e o tamanho do patrimônio do fundo escolhido. Num fundo pequeno, a saída de um grande cotista, especialmente num cenário turbulento, pode significar grandes prejuízos para quem fica.

7. Confira as regras de liquidez
Antes da contratação, verifique quais são as regras de resgate do fundo. Você pode precisar sacar o dinheiro com urgência e descobrir que o produto possui um período de carência, por exemplo. Freire afirma que, geralmente, fundos que contam com títulos lastreados em crédito contam com pouca liquidez. "Normalmente, neste tipo de fundo o gestor te pede um período de carência", diz.

8. Defina o prazo da aplicação
O consultor financeiro da G9 Investimentos, Gustavo de Carvalho Chaves, aconselha que o investidor avalie o prazo da aplicação, ou seja, o período que está disposto a destinar o capital para este fim. "Se o investir estiver pensando em aplicar no curto prazo, a rentabilidade pode ser pouco atrativa, uma vez que a tributação é regressiva, o que quer dizer que as alíquotas vão diminuindo de acordo com o tempo de aplicação", explica.

9. Diversifique
Chaves recomenda que o investidor pulverize o capital. "Se o investidor possui uma situação mais confortável, o ideal é que ele separe o montante em mais de um fundo, fazendo um balanceamento do capital", ensina.

10. Leia o regulamento
Não deixe de ler o regulamento antes de optar por um fundo. É nesse documento onde estão descritas todas as características operacionais do produto.

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Terça-feira, Setembro 13, 2011

Conheça os 10 mandamentos do investidor de sucesso

Conheça os 10 mandamentos do investidor de sucesso

02 de setembro de 2011 • 18h51 Por: Diego Lazzaris Borges

SÃO PAULO – Investir o dinheiro pode parecer uma tarefa relativamente simples. Para muitos, basta escolher o produto em que se vai aplicar, ter dinheiro disponível e esperar pelos rendimentos no final da aplicação.

Entretanto, para realmente se obter sucesso com os investimentos, é importante seguir alguns conceitos básicos, que vão desde ter disciplina, até a criação de estratégias vencedoras, passando pela definição dos objetivos e pela educação financeira.

Pensando nisso, o especialista da MoneyFit, André Massaro, listou os dez mandamentos de um investidor de sucesso. Veja como você pode se tornar um:

1º mandamento – Ter dinheiro sobrando
Segundo Massaro, é surpreendente a quantidade de pessoas que mantém dinheiro investido em alguma aplicação financeira, mesmo enquanto estão devendo no cheque especial ou no rotativo do cartão de crédito.

“Esse fenômeno é conhecido como 'contabilidade mental' e é resultado de uma distorção de percepção em relação ao dinheiro. Quem quer ser um investidor de sucesso precisa primeiro se livrar das dívidas e 'arrumar a casa', e só depois pensar em investir", afirma.

2º mandamento – Investir primeiro em educação financeira
Antes de colocar o dinheiro onde quer que seja, é importante ter informação. “O investidor de sucesso deve investir primeiro em sua própria educação financeira, para que tome decisões corretas, adequadas aos seus recursos e às suas expectativas”, diz Massaro.

3º mandamento – Ter uma estratégia
“Este mandamento poderia se chamar 'não seguir o rebanho'”, afirma o especialista. Segundo ele, investidor de sucesso sempre tem um bom motivo, de natureza técnica, para investir em determinada ação ou título.

“E esse motivo está alinhado com a estratégia que ele escolheu para si. Ele nunca investe em determinado ativo apenas porque todo mundo está fazendo o mesmo”, diz.

4º mandamento – Saber quem ouvir
O especialista da MoneyFit ressalta que o investidor de sucesso deve alimentar uma boa dose de ceticismo com relação às recomendações financeiras.

“O investidor bem sucedido sabe que existem profissionais preparados e certificados para prestar determinados serviços, como administradores de carteiras, analistas e consultores de valores imobiliários. Quando o investidor de sucesso precisa de uma opinião externa, ele procura uma pessoa capacitada e autorizada a emitir essa opinião”, afirma.

5º mandamento – Ter Disciplina
De acordo com Massaro, a maioria dos investidores de sucesso são pessoas que investem dinheiro de forma regular e consistente, geralmente estabelecendo um valor fixo ou percentual da renda mensal para investir todo mês. “O sucesso nos investimentos raramente é fruto das grandes tacadas”, aponta.

6º mandamento – Ter expectativas realistas
Se um investimento tem um potencial de retorno alto, o risco de perda é igualmente alto. “O investidor de sucesso sabe que não existe 'almoço grátis'”, ressalta o especialista.

Segundo ele, é importante saber quais são as taxas médias pagas por ativos de renda fixa e os retornos médios dos ativos de renda variável, e fazer as análises e projeções baseadas nesses números. “O investidor de sucesso é cético quanto a investimentos que se propõem a dar grandes retornos com baixo risco”, aponta.

7º mandamento – Saber diversificar
André Massaro aponta que uma das práticas mais rudimentares e, ao mesmo tempo, mais eficientes de gerenciar riscos em investimentos é diversificar. Por isso, ele acha importante estabelecer um percentual do capital a ser alocado em renda fixa e o restante em renda variável.

“Da parte que vai em renda variável, você pode selecionar um determinado número de empresas e setores que garantam um bom equilíbrio na carteira. Na parte de renda fixa, também pode diversificar entre títulos públicos e títulos privados de instituições diversas”, aconselha.

8º mandamento – Saber aquilo que tem
Não adianta criar um procedimento de diversificação, alocar o dinheiro conforme planejado e simplesmente “esquecer” dele. “De tempos em tempos é importante fazer um balanço dos investimentos, analisando cada ativo individualmente, vendo aquilo que vale a pena manter e o que vale a pena descartar”, Diz Massaro.

“Também é importante fazer, periodicamente, o rebalanceamento de carteira, que são os ajustes necessários para que a carteira de investimentos permaneça enquadrada nos percentuais de diversificação previamente determinados”, continua.

9º - mandamento - Ter objetivos
O especialista enfatiza que o investidor de sucesso não guarda dinheiro apenas por guardar. “Ele investe por alguma razão”, diz.

Segundo ele, as razões para se investir podem ser muitas. “Ter uma reserva financeira que cubra 'x' meses de despesas caso algo ruim aconteça; ter recursos para investir em educação/viagens/bens materiais; gerar recursos para iniciar um negócio próprio; garantir uma aposentadoria confortável ou até mesmo uma aposentadoria antecipada”, lista.

10º mandamento – Ser “senhor” do dinheiro
O investidor de sucesso sabe que é importantíssimo ter disciplina e uma vida financeira equilibrada, mas ele também sabe que não deve deixar o dinheiro escravizá-lo. “Ele sabe que é importante viver com qualidade e desfrutar as coisas boas que a vida oferece, e que não deve se tornar uma pessoa sovina e mesquinha apenas para ter mais dinheiro sobrando para investir”, conclui.

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Terça-feira, Agosto 30, 2011

Como as redes sociais podem auxiliar nos seus investimentos em ações?

Como as redes sociais podem auxiliar nos seus investimentos em ações?

25 de agosto de 2011 • 18h41 Por: Diego Lazzaris Borges

SÃO PAULO – Curtir, seguir, compartilhar são palavras que fazem parte do vocabulário diário dos internautas, com a explosão das redes sociais no Brasil e em todo o mundo. Na esteira deste grande fenômeno, as corretoras de valores e instituições ligadas a investimentos apostam cada vez mais nas redes sociais como meio de manter seus clientes atualizados sobre as principais notícias do mercado financeiro e dar dicas sobre investimentos.

“Nas redes sociais, o usuário encontra uma maneira simples e fácil de saber o que está acontecendo no mercado financeiro. Basta que ele siga a página das instituições, dos canais de notícias e ele conseguirá juntar em um único ambiente todas as principais informações que pode precisar no seu dia a dia no mercado financeiro”, afirma a gerente de internet da BM&FBovespa, Renata Martins.

A própria bolsa já aderiu a esta nova maneira de se comunicar e mantém páginas oficiais nas principais redes sociais presentes no País, como o Facebook, Twitter e Orkut, desde 2009. “Entramos nas redes sociais com o objetivo de nos aproximarmos mais deste público. Percebemos que muitas pessoas postavam dúvidas e comentários sobre a bolsa e investimentos nas redes, tinha muita gente que queria investir e não sabia como, por exemplo”, afirma Renata.

Além das páginas nas redes, a bolsa paulista também disponibiliza o seu simulador por meio do Facebook e do Orkut. Atualmente, já são mais de 45 mil usuários dos simuladores por meio dessas duas redes.

Mais conteúdo nas redes
De acordo com o gerente de home broker da corretora Souza Barros, Daniel Garcia, esse movimento só tende a aumentar. “Acredito até que já passamos da fase de ser uma tendência para ser algo que já se consolidou”, diz. “Vejo um movimento muito forte das instituições no sentido de investir nessas mídias e querer se fazer presentes na rede”, completa Garcia.

Entre as suas ações nas redes sociais, a corretora possui página no Twitter com sugestões de compra e venda de ações feitas por um analista técnico. “A agilidade do Twitter tem tudo a ver com o dinamismo do mercado financeiro”, afirma Garcia.

O diretor do InvestBolsa – home broker da Spinelli Corretora -, Rodrigo Puga, concorda. “Se a empresa acha que é melhor não estar presente nas redes sociais, ela deve repensar esta posição”, diz. “As pessoas já estão falando dos seus serviços e dos seu mercados e se você não estiver lá para responder, elas não terão a resposta correta”, diz.

Com base nisto, a Spinelli também utiliza estas ferramentas como forma de se aproximar do público. “Estamos nas redes desde 2008”, afirma o executivo. “Usamos principalmente o Twitter e o Facebook como um canal de comunicação em tempo real, onde os seguidores têm acesso à diversas informações sobre o mercado”, diz Puga.

Além de obter informações e ter acesso a análises, o cliente da corretora também consegue fazer operações de compra e venda de ações sem precisar sair do Facebook, por meio de uma ferramenta que interliga o homebroker com a rede social.

“Já que o cliente está buscando informação para guiar seus investimentos nas redes sociais, por que não operar direto, sem sair da rede?”, questiona Puga.

Cuidados
Os profissionais da área ressaltam que as redes sociais são importantes e podem auxiliar o usuário na tomada de decisão, entretanto, é importante filtrar aquilo que se lê na internet e, principalmente, procurar por fontes “oficiais”, que sejam especialistas no assunto e comprometidas com a veracidade da informação.

“A internet é o meio mais fácil de todo mundo falar o que quer, mas nem sempre as opiniões são interessantes para todos e podem ser encaradas como algo real”, afirma a gerente da BM&FBovespa. “O que o internauta deve fazer é selecionar quem ele irá “seguir” na internet, identificar o canal oficial”, completa.

Ela lembra que, no caso das páginas das corretoras, quem escreve são profissionais especializados. "Por isso, são informações que podem realmente ajudar as pessoas a entenderem o que está acontecendo no mercado”, completa Renata.

O diretor do InvestBolsa lembra que, antes mesmo das redes sociais, os próprios fóruns de internet já continham grande conteúdo de dicas, notícias e análises. “Da mesma maneira, é importante tomar cuidado e não acreditar em tudo o que se lê”, diz Puga. “Muitas pessoas tomam decisão por impulso baseada em fórum ou rede social e saem no prejuízo, porque não têm nenhum embasamento técnico por trás”, conclui o executivo.

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Terça-feira, Agosto 23, 2011

Bolsa: especialistas apontam o que não se deve fazer em momentos de crise

Bolsa: especialistas apontam o que não se deve fazer em momentos de crise

18 de agosto de 2011 • 18h09 Por: Diego Lazzaris Borges do InfoMoney

SÃO PAULO - Depois de passar por alguns dias de aparente tranquilidade, a bolsa de valores de São Paulo voltou a refletir os dados da economia norte-americana e, na esteira das bolsas mundiais, registrou forte queda no pregão desta quinta-feira (18), causando nova rodada de pânico entre os investidores.

Apesar de ser difícil encarar quedas de 4%, 5% e até 8%, como aconteceu no início deste mês, especialistas apontam algumas atitudes que os investidores não devem ter em momentos de crise como agora.

Para o gerente-geral do INI (Instituto Nacional de Investidores), Paulo Portinho, o investidor não deve nunca mudar a sua estratégia de investimento no meio de uma crise como esta. “Se a pessoa está comprando para longo prazo, deve permanecer atuando desta forma”, diz.

Já aqueles que fazem day trade (comprar e vender a mesma ação no mesmo dia) também devem encerrar as posições no final do dia, independente do resultado. “Se ele compra com este objetivo, não pode resolver ficar com o papel da empresa para o longo prazo para não realizar prejuízo. Mesmo porque, em muitos casos, ele não conhece nem os fundamentos daquela empresa e não sabe se ela tem potencial de valorização”, aponta o especialista.

Para Portinho, ao mudar a forma de operar bem no meio de uma turbulência, o investidor está muito mais sujeito a erros e pode ter um prejuízo ainda maior. “Ele sai da sua rotina e resolve operar de uma maneira diferente, em que não possui nenhuma experiência, justamente no pior momento possível”, aponta Portinho. “Existe uma chance monumental de perder fazendo isso”, completa.

Não entrar em pânico
Para o analista-chefe da SLW Corretora, Pedro Galdi, em épocas de muita turbulência, o investidor não deve entrar em pânico e resolver vender as ações apenas por impulso, assustado com os números vermelhos na tela do computador. “Se ele comprou com objetivos de longo prazo, não pode se desesperar e vender porque está caindo muito”, afirma Galdi.

Segundo ele, o ideal mesmo era fazer o contrário e aproveitar a queda para comprar ainda mais papéis por um preço menor. “Ele pode aproveitar as chamadas 'pechinchas' e comprar ações por um preço bem menor do que pagou anteriormente. Isso faz com que o preço médio da sua carteira diminua”, pontua Galdi.

Já aqueles que têm ações e possuem um prazo determinado e precisam vender por conta de algum compromisso financeiro - como a compra de um carro, imóvel etc. - não devem esperar muito e podem ir saindo aos poucos da bolsa, tentando recuperar um pouco com a renda fixa, de acordo com Galdi.

O gerente do INI ressalta que, para quem opera no longo prazo, o importante mesmo é conhecer os fundamentos da companhia e não ficar preocupado com as quedas e a forte volatilidade do mercado. “Se você investiu pensando em vender em 2020, por exemplo, como uma queda agora em 2011 afetaria a sua vida? Praticamente em nada”, diz.

Então, o que fazer?
Para os especialistas, o importante é que o investidor mantenha a estratégia que adotou desde o início e procure agir de maneira racional, evitando seguir o “efeito manada”.

Além disso, para aqueles que compram com objetivo de vender apenas no longo prazo, vale a pena se “desligar” um pouco do noticiário e focar nos reais fundamentos da economia brasileira e das empresas. “É importante tentar se ater à economia real. Ela não cai tão rapidamente quanto a bolsa”, afirma Portinho.

Também é interessante fazer o exercício de se informar sobre a empresa, acompanhar o balanço e, se tiver dúvidas, entrar em contato com a área de RI (Relações com Investidores)”, finaliza.

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Domingo, Julho 31, 2011

Reserva de emergência: quanto preciso guardar?

Reserva de emergência: quanto preciso guardar?

29 de julho de 2011 • 10h00 Por: Patricia Alves do Infomoney

SÃO PAULO – Imprevistos acontecem. Não há como negar que essa máxima seja verdadeira, portanto, para evitar que algum acontecimento inesperado acabe com o seu planejamento financeiro, uma das premissas de sucesso das finanças pessoais é a criação de uma reserva de emergência, ou seja, um dinheiro que esteja disponível – e de fácil acesso – na hora que precisar.

Mas quanto é preciso guardar com esse objetivo?

Especialistas em planejamento e consultores financeiros afirmam que o ideal é que se guarde em torno de seis meses de despesas, ou seja, se seus gastos mensais somam R$ 1.000,00, por exemplo, a reserva deve girar em torno de R$ 6.000,00.

Mas será que esse conceito vale para todos?

Modo de vida e responsabilidades
De acordo com especialistas do The Motley Fool, empresa de serviços financeiros dos Estados Unidos, o “tamanho” da reserva de emergência pode variar de acordo com o perfil de cada um, como mostra a tabela abaixo:

O conceito de emergência
Para que o planejamento financeiro dê certo, a reserva de emergência deve ser voltada a imprevistos que poderiam arruinar seu orçamento. Doença na família, desemprego, um problema com o carro etc., são exemplos de onde utilizar o montante guardado.

Não adianta, no entanto, acabar com as economias nas liquidações de troca de estação dos shoppings. Por mais que aconteçam esporadicamente, esse impulso consumista está longe de ser uma emergência.

Onde guardar
Pela facilidade do resgate e a ausência de imposto de renda, a caderneta de poupança ainda é a modalidade mais indicada para esse tipo de “investimento”. Isso porque, imprevistos não têm hora ou lugar para acontecer e você não pode correr o risco de ter de esperar uns dias para resgatar o dinheiro ou de ser tributado por resgatar antes de um determinado período.

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Quarta-feira, Novembro 25, 2009

iFOREX, Perguntas frequentes - Circular de alerta da CVM, sobre investimento em mercado FOREX

Circular de alerta da CVM, sobre investimento em mercado FOREX

Em que consiste o mercado de divisas?
O mercado de divisas, mais conhecido com mercado FOREX, é o maior mercado financeiro do mundo, com um volume médio de negócios de 3 trilhões dólares por dia. O mercado FOREX consiste na compra simultânea de uma moeda e venda da outra. Este mercado tem liquidez permanente, tenha a absoluta segurança de que sempre poderá vender um moeda que você tenha comprado. As moedas estão em um tipo de câmbio flutuante e são sempre negociadas em pares, por exemplo: EURO/DÓLAR o DÓLAR/YEN.

Onde se encontra a sede física das operações do mercado de divisas?
O mercado FOREX não está centralizado em nenhuma bolsa, como ocorre com o mercado de ações e futuros, se considera um mercado extra bursátil (OTC) ou mercado interbancário, já que as operações são realizadas entre duas partes, por telefone ou através de uma rede eletrônica. Você participa deste mercado através de uma plataforma de investimentos que lhe fornece iFOREX.

Quem participam do mercado FOREX?
O mercado FOREX era historicamente controlado por instituições bancárias, tais como bancos centrais, bancos comercias e bancos de investimentos.
Atualmente a porcentagem de outros participantes deste mercado está crescendo de maneira rápida, no qual agora compreende a grandes empresas multinacionais, administradores globais de dinheiro, operadores registrados, corretores internacionais, operadores de futuros e opções e especuladores particulares.

Em que horário e dias funciona o mercado FOREX?
É um mercado aberto de segunda a sexta-feira durante 24 horas. As operações começam as 8h quando abre a primeira bolsa (SIDNEY) e logo depois vai se movimentando ao redor do mundo à medida que começa o dia de negócios em outros centros financeiros: primeiro em Tokio, logo em Londres e Nova York. A diferença entre outros mercados financeiros, é que os investidores podem operar com a oscilação de moedas, causadas por questões econômicas, sociais e políticas, no momento que queiram, pode ser durante o dia ou noite.

Quais são as moedas negociadas com maior frequência no mercado FOREX?
As divisas mais negociadas ou mais líquidas são aquelas de países com governos estáveis, bancos centrais respeitados, e baixa inflação, tais como o Dólar americano, o Yen japonés, o Euro, a Libra britânica, o Franco Suiço, o Dólar canadense e o Dólar australiano.

Em quanto tempo posso obter uma rentabilidade?
Se tratando de uma operação em que as cotações oscilam constantemente, não há forma de medir o tempo para se operar, os ganhos podem ser obtidos em questão de minutos, horas ou em dias. Tenha em em conta que o mercado de divisas é muito dinâmico, razão pela qual diferentemente da bolsa de valores, se obtém lucros em pouco tempo.

É necessário muito dinheiro para operar com divisas?
Não. O depósito mínimo solicitado é de $100 dólares para uma conta Standard, e $2000 para uma conta Premium.
Ainda existe uma para profissionais MEGATRADER, onde o investimento mínimo é de $10.000 dólares.
Os clientes podem realizar operações com margem de 400:1 de alavancagem. Isto significa que os investidores podem realizar operações de até $400.000 dólares com um depósito inicial de $1.000 dólares, ou de $40.000 dólares com um de $100 dólares. É aconselhável começar a operar com $500 dólares, pois desta forma terá uma margem adicional para operar com sucesso!
O que a alavancagem e em que me afeta?
Obter benefícios por meio de um capital limitado é muito difícil. As moedas se movimentam em milésimos de centavos. É por isso que é necessário uma corretora que lhe ofereça alavancagem, para que desta maneira o Sr.(a) possa operar significativamente neste mercado.
Uma maior alavancagem significa melhores oportunidades. Algumas corretoras oferecem uma alavancagem de 100:1, o que significa que por cada dólar na sua conta, você pode utilizar até $100 dólares.
iFOREX lhe oferece uma alavancagem de 1:400. Esta é a razão pela qual com apenas um capital de $500 dólares, o Sr.(a) poderá operar até $200.000 dólares. 400x500 = 200.000.

Porque motivo me aconselham a efetuar o depósito com cartão de crédito?
Esta é a forma mais barata e simples. A trasnferência bancária tem um custo, que pode ser alto dependendo do valor a ser enviado. Além disso, na hora da retirada, iFOREX lhe devolverá o dinheiro da mesma forma que recebeu e o custo desta transferência ( $ 20 dólares) é descontado do seu depósito. Desta mesma maneira é feito o envio dos lucros. Sendo que o valor enviado pelo cartão volta como um cancelamento para ele, sem custos. Outra opção seria via Pay Pal, neste caso, todo o valor retirado voltaria para a conta PayPal. Para aqueles que não têm cartão de crédito se pode conseguir facilmente uma pré-pagas.

Porque se pede que efetue o investimento antes do treinamento?
O mercado FOREX está tendo um crescimento extraordinário. Muitas pessoas querem realmente aprender a investir nele enquanto outras somente têm curiosidade. iFOREX lhe oferece um treinamento personalizado, não põe a disposição do cliente um CD ou e-mail para que ele aprenda sozinho e tampouco cobramos pelo treinamento. Temos um compromisso com a qualidade, razão pela qual você terá uma atenção personalizada através de um executivo de contas que lhe explicará o manuseio de todas as ferramentas da plataforma e lhe indicará como interpretar a informação econômica que lhe oferecemos.
Se não restringimos este benefício, solicitando o depósito adiantado, seria impossível atender a todas as pessoas interessadas.

Como posso estar seguro que iFOREX é uma empresa dirigida por profissionais sérios, que não me enganarão e ficarão com o meu dinheiro?
Sabemos que a Internet se predispõe a muitos tipos de enganos e fraudes.
iFOREX é uma companhia internacional de negociação de divisas, fundada em 1996 por um grupo de investidores e ex-banqueiros.
Em 2004, já com uma base de milhares de clientes, lançamos nossa plataforma on-line de negociação multilingue e a companhia cresceu potencialmente desde este momento.
Atualmente, temos centenas de pessoas trabalhando em nossos escritórios ao redor do mundo, entre estas localidades: Genebra, Atenas, Bucareste, Barcelona, Shanghái, Estambul e Roma.

Que fatores influem nos preços das moedas?
Os preços das divisas (tipos de câmbio) são influenciados por uma variedade de condições econômicas e políticas, principalmente taxas de juros, inflação e estabilidade política. Além do mais, os governos muitas vezes participam no mercado Forex com o fim de influenciar no preço da suas moedas, ou seja inundando o mercado com a sua moeda local, ou o contrário, comprando moedas a fim de subir o preço. Isto se conhece como intervenção do Banco Central. Qualquer destes fatores, como as grandes ordens de mercado, podem provocar grande volatividade no preço das divisas. Entretanto, o tamanho do volume do mercado FOREX faz com que seja impossível que uma entidade “guie” o mercado por muito tempo.

Como controlo o risco quando opero com moedas?
As ferramentas da plataforma IFOREX lhe permitem controlar os riscos colocando um limite de valores para perdas (Stop Loss).
A liquidez do mercado de divisas, assegura que as ordens limitadas de stop loss sejam facilmente executadas.

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Terça-feira, Novembro 10, 2009

Personagens: o pioneirismo de John Templeton, o caçador de barganhas

Personagens: o pioneirismo de John Templeton, o caçador de barganhas

Por: Roberto Altenhofen Pires Pereira
10/11/09 - 12h35
InfoMoney

SÃO PAULO - "De forma argumentável, o maior stock picker global do século". A afirmação é de 1999, da revista norte-americana Money Magazine. Refere-se a John Templeton, ou melhor, Sir John Templeton. Apesar de ter nascido nos Estados Unidos, mais especificamente no Tennessee, em 1912, o Personagem em questão renunciou à cidadania norte-americana por não concordar com o imposto de renda do país.

O "Sir" indica sua opção pela cidadania britânica, mas apenas cria expectativa em relação à longa trajetória até ser condecorado pela rainha, em 1992. Estes oitenta anos, de seu nascimento até a espada de Elizabeth II, revelam histórias curiosas de um investidor que se confunde com a trajetória dos mercados no século XIX. E não para por aí; as histórias de Templeton conseguem ir além destes 80 anos.

US$ 1

A obtenção do título por serviços prestados à rainha ou ao Reino Unido remete diretamente ao mercado. John Templeton começou cedo, após concluir seus estudos, na firma Fenner & Beane, uma das precursoras do que viria a ser a Merrill Lynch. Em 1939, Templeton emprestou US$ 10 mil de seu chefe para apostar em ações da NYSE (New York Stocks Exchange).

Assim como o empréstimo parecia arriscado - uma vez que Templeton era um reconhecido jogador de Poker -, sua estratégia não poderia ser mais arriscada. Ele decidiu comprar 100 ações de cada empresa que encontrou na bolsa por menos de US$ 1,00 [valor de cada ação da empresa]. No total, adquiriu lotes de 104 companhias e gastou cerca de US$ 10.400. Destas, 34 enfrentavam processo de recuperação judicial.

Contra o mercado, Templeton acreditava na possibilidade de recuperação destas empresas em meio ao cenário de guerra mundial que as economias estavam expostas. Quatro anos depois, devolveu os US$ 10 mil para seu chefe e ainda ficou um lucro próximo de US$ 40 mil em suas mãos. Foi o primeiro passo de uma trajetória impressionante.

Bargain Hunter

O segredo de Templeton residia na busca por ações baratas e situadas em ambientes de elevado potencial de crescimento. Em 1937, Templeton ajudou a fundar uma firma de investimentos que se tornaria a Templeton, Dobbrow & Vance. Sua estratégia partia do pressuposto que as melhores apostas se situavam nos mais diversos mercados, fator que o tornou um pioneiro dos globally diversified mutual-funds.

A trajetória do investidor se confunde com a história dos mercados no século XIX. Este foco em oportunidades de diferentes mercados levou seu fundo a investir em companhias japonesas no final da década de 1950, um dos primeiros fundos a apostar no crescimento do país asiático.

Pioneiro

De modo geral, os fundos de Templeton apresentaram retorno médio anualizado de 13,8% no período entre 1954 e 2004, acima da performance do índice Standard & Poor's 500 (+11%) no período. Durante estes anos, John Templeton participou da fundação e desenvolvimento de alguns dos mais importantes de fundos internacionais. Entre eles, iniciou em 1954 o Templeton Growth Fund, pioneiro na estratégia de apostar no potencial de crescimento das empresas, sediado nas Bahamas.

John Templeton viveu o restante de sua vida nas Bahamas, sendo um investidor ativo até os 95 anos. Nos últimos anos de sua via, dedicou seus esforços e fortuna à filantropia, através da Templeton Foundation. Em 2006, ainda aparecia na lista das pessoas mais ricas do Reino Unido. Além do pioneirismo e dos casos como investidor, John Templeton é lembrando por algumas frases famosas, como:

- "Invista no ponto de máximo pessimismo"

-"Se quiser ter uma performance melhor que a do mercado, precisa fazer as coisas diferentes do que o mercado"

John Templeton faleceu em julho de 2008, de pneumonia, no Doctors Hospital de Nassau, nas Bahamas.

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