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terça-feira, agosto 30, 2011

Como as redes sociais podem auxiliar nos seus investimentos em ações?

Como as redes sociais podem auxiliar nos seus investimentos em ações?

25 de agosto de 2011 • 18h41 Por: Diego Lazzaris Borges

SÃO PAULO – Curtir, seguir, compartilhar são palavras que fazem parte do vocabulário diário dos internautas, com a explosão das redes sociais no Brasil e em todo o mundo. Na esteira deste grande fenômeno, as corretoras de valores e instituições ligadas a investimentos apostam cada vez mais nas redes sociais como meio de manter seus clientes atualizados sobre as principais notícias do mercado financeiro e dar dicas sobre investimentos.

“Nas redes sociais, o usuário encontra uma maneira simples e fácil de saber o que está acontecendo no mercado financeiro. Basta que ele siga a página das instituições, dos canais de notícias e ele conseguirá juntar em um único ambiente todas as principais informações que pode precisar no seu dia a dia no mercado financeiro”, afirma a gerente de internet da BM&FBovespa, Renata Martins.

A própria bolsa já aderiu a esta nova maneira de se comunicar e mantém páginas oficiais nas principais redes sociais presentes no País, como o Facebook, Twitter e Orkut, desde 2009. “Entramos nas redes sociais com o objetivo de nos aproximarmos mais deste público. Percebemos que muitas pessoas postavam dúvidas e comentários sobre a bolsa e investimentos nas redes, tinha muita gente que queria investir e não sabia como, por exemplo”, afirma Renata.

Além das páginas nas redes, a bolsa paulista também disponibiliza o seu simulador por meio do Facebook e do Orkut. Atualmente, já são mais de 45 mil usuários dos simuladores por meio dessas duas redes.

Mais conteúdo nas redes
De acordo com o gerente de home broker da corretora Souza Barros, Daniel Garcia, esse movimento só tende a aumentar. “Acredito até que já passamos da fase de ser uma tendência para ser algo que já se consolidou”, diz. “Vejo um movimento muito forte das instituições no sentido de investir nessas mídias e querer se fazer presentes na rede”, completa Garcia.

Entre as suas ações nas redes sociais, a corretora possui página no Twitter com sugestões de compra e venda de ações feitas por um analista técnico. “A agilidade do Twitter tem tudo a ver com o dinamismo do mercado financeiro”, afirma Garcia.

O diretor do InvestBolsa – home broker da Spinelli Corretora -, Rodrigo Puga, concorda. “Se a empresa acha que é melhor não estar presente nas redes sociais, ela deve repensar esta posição”, diz. “As pessoas já estão falando dos seus serviços e dos seu mercados e se você não estiver lá para responder, elas não terão a resposta correta”, diz.

Com base nisto, a Spinelli também utiliza estas ferramentas como forma de se aproximar do público. “Estamos nas redes desde 2008”, afirma o executivo. “Usamos principalmente o Twitter e o Facebook como um canal de comunicação em tempo real, onde os seguidores têm acesso à diversas informações sobre o mercado”, diz Puga.

Além de obter informações e ter acesso a análises, o cliente da corretora também consegue fazer operações de compra e venda de ações sem precisar sair do Facebook, por meio de uma ferramenta que interliga o homebroker com a rede social.

“Já que o cliente está buscando informação para guiar seus investimentos nas redes sociais, por que não operar direto, sem sair da rede?”, questiona Puga.

Cuidados
Os profissionais da área ressaltam que as redes sociais são importantes e podem auxiliar o usuário na tomada de decisão, entretanto, é importante filtrar aquilo que se lê na internet e, principalmente, procurar por fontes “oficiais”, que sejam especialistas no assunto e comprometidas com a veracidade da informação.

“A internet é o meio mais fácil de todo mundo falar o que quer, mas nem sempre as opiniões são interessantes para todos e podem ser encaradas como algo real”, afirma a gerente da BM&FBovespa. “O que o internauta deve fazer é selecionar quem ele irá “seguir” na internet, identificar o canal oficial”, completa.

Ela lembra que, no caso das páginas das corretoras, quem escreve são profissionais especializados. "Por isso, são informações que podem realmente ajudar as pessoas a entenderem o que está acontecendo no mercado”, completa Renata.

O diretor do InvestBolsa lembra que, antes mesmo das redes sociais, os próprios fóruns de internet já continham grande conteúdo de dicas, notícias e análises. “Da mesma maneira, é importante tomar cuidado e não acreditar em tudo o que se lê”, diz Puga. “Muitas pessoas tomam decisão por impulso baseada em fórum ou rede social e saem no prejuízo, porque não têm nenhum embasamento técnico por trás”, conclui o executivo.

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