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terça-feira, setembro 20, 2011

Especialistas apontam 10 dicas de como escolher um fundo de renda fixa

Especialistas apontam 10 dicas de como escolher um fundo de renda fixa

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16 de setembro de 2011 • 11h00 Por: Equipe InfoMoney

SÃO PAULO - O momento turbulento da economia internacional e a instabilidade das bolsas ao redor do globo, inclusive no Brasil, afugentam investidores do mercado de capitais, favorecendo aplicações mais seguras, como os fundos de renda fixa.

Por aqui, mesmo depois da redução supreendente de 0,50 ponto percentual no juro básico, títulos do Governo e papéis lastreados na Selic não perderam a atratividade, uma vez que a taxa é uma das mais altas do mundo. Sem falar, na inflação, que permanece elevada e beneficia papéis corrigidos pelos índices de preços.

Mas você saberia o que considerar antes de optar por um fundo de renda ideal ao seu perfil e ao cenário econômico? Pensando em te ajudar, o InfoMoney falou com especialistas no assunto e apurou 10 pontos importantes a serem levados em conta no momento de fazer essa escolha. Confira:

1. Entenda os diferentes tipos de fundos
Conforme dados da CVM (Comissão de Valores Mobiliários), esse tipo de fundo deve aplicar pelo menos 80% de seus recursos em títulos de renda fixa. Ainda assim, o vice-presidente da Franklin Templeton Investimento Brasil, Marco Freire, afirma que vale consultar a composição da carteira, que pode contar com títulos públicos ou privados, pré ou pós-fixados e ter como principal fator de risco a variação de crédito, taxa de juros e/ou índices de preços. Cabe lembrar que esse tipo de produto ainda pode utilizar derivativos tanto para proteção da carteira quanto para alavancagem. Dica: o site da autarquia mostra a composição do portfólio de todos os fundos mês a mês.

2. Avalie o cenário macroeconômico
Para definir em que fundo de renda fixa aplicar é importante considerar o panorama econômico. Identique as tendências sobre o ritmo de crescimento da atividade, da inflação e da taxa de juros, buscando fazer uma relação com o perfil de exposição do produto. "Se a perspectiva é de queda na taxa de juros, por exemplo, o ideal é apostar em títulos pré-fixados, para garantir o retorno futuro", avalia Freire. Outro exemplo, citado pelo especialista, são os fundos atrelados à variação de crédito que costuma performar positivamente quando a economia doméstica está aquecida.

3. Pesquise os custos dos fundos
Como na compra de qualquer produto, pesquise quais são os custos relacionados ao investimento, uma vez que valores muito altos podem comprometer sua rentabilidade. Normalmente, o investidor precisa arcar com os custos da taxa de administração e a de performance, mas, em alguns casos, também são pagas taxas de carregamento ou saída. Na opinião de Freire, no ambiente atual, com o juro básico a 12% a.a., uma taxa de administração de 3% pode ser considerada alta.

4. Analise o histórico de rentabilidade
Embora a rentabilidade passada não seja garantia de rentabilidade futura, vale a pena verificar o histórico de perdas e ganhos do produto no momento de escolher um fundo de investimento. Fique atento, contudo, se a política de gestão praticada, o gestor e o método de análise são os mesmos que garantiram a performance positiva no passado.

5. Verifique a estratégia e a reputação da gestora
É importante reconhecer se a instituição e o gestor que vão administrar os seus recursos têm confiabilidade no mercado. Freire recomenda uma investigação sobre o histórico da gestora, até para que o investidor possa identificar qual delas possui mais "know-how" no tipo de fundo escolhido. Outro ponto é avaliar se você se identifica com o perfil da estratégia de administração daquela gestora de fundos.

6. Compare o patrimônio e o número de cotistas
Observe a quantidade de cotistas e o tamanho do patrimônio do fundo escolhido. Num fundo pequeno, a saída de um grande cotista, especialmente num cenário turbulento, pode significar grandes prejuízos para quem fica.

7. Confira as regras de liquidez
Antes da contratação, verifique quais são as regras de resgate do fundo. Você pode precisar sacar o dinheiro com urgência e descobrir que o produto possui um período de carência, por exemplo. Freire afirma que, geralmente, fundos que contam com títulos lastreados em crédito contam com pouca liquidez. "Normalmente, neste tipo de fundo o gestor te pede um período de carência", diz.

8. Defina o prazo da aplicação
O consultor financeiro da G9 Investimentos, Gustavo de Carvalho Chaves, aconselha que o investidor avalie o prazo da aplicação, ou seja, o período que está disposto a destinar o capital para este fim. "Se o investir estiver pensando em aplicar no curto prazo, a rentabilidade pode ser pouco atrativa, uma vez que a tributação é regressiva, o que quer dizer que as alíquotas vão diminuindo de acordo com o tempo de aplicação", explica.

9. Diversifique
Chaves recomenda que o investidor pulverize o capital. "Se o investidor possui uma situação mais confortável, o ideal é que ele separe o montante em mais de um fundo, fazendo um balanceamento do capital", ensina.

10. Leia o regulamento
Não deixe de ler o regulamento antes de optar por um fundo. É nesse documento onde estão descritas todas as características operacionais do produto.

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